Deus não morre.

Não temos um, mas dois bispos.

Promessa de futuro. A Tradição será transmitida. Que Deus seja para ambos o Único amor, o Único bem, a Única razão para todas as suas empreitadas.

Viva Cristo Rei! Que Deus abençoe Monsenhor Williamson e seja para Monsenhor Faure Seu verdadeiro consolo!

DSC00414DSCN0116

É uma reação espiritual. Quem diria que hoje os papas se empenham em destruir a Igreja, enquanto clérigos obscuros e desconhecidos se empenham em edificá-la

Monsenhor Williamson realmente fez o que estava em seu alcance. Agora está visível. A obra de Deus é de DEUS, não é de ninguém.

Como dizia D. Tomás de Aquino: um pai de família deve agir como um pai de família. Um padre deve agir como um padre, e um bispo como um bispo. Se D. Williamson não transmitisse a Sucessão Apostólica por política, por escrúpulos mundanos, para evitar a fúria da FSSPX – a primeira a excomungar seu gesto, antecipando-se a própria Roma, a primeira a renegá-lo com tal veemência que arrancou elogios das próprias autoridades modernistas, mas também de tantos e tantos leigos com conhecimento…

D. Rifan somou-se agora ao bispo de Nova Friburgo e aos modernistas de Roma. Tristemente constatamos que D. Lourenço Fleichman e a FSSPX estão juntos com os modernistas de todos os naipes no mesmo propósito: o de se colocarem como inimigos da Resistência.

D. Rifan e a FSSPX unidos num mesmo propósito… Somente isso é suficiente para se refletir…

Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
Esse post foi publicado em Uncategorized. Bookmark o link permanente.

5 respostas para Deus não morre.

  1. Pedro Rocha disse:

    Sabia que essa Sagração seria uma nova prova de fidelidade à luta contra o modernismo que nos assola. A máscara de muitos que se dizem defensores da obra de Dom Lefebvre e Dom Antônio caiu de vez e agora está claro para mim que a Neo-FSSPX está cada vez mais se desvinculando dos ideais de seu fundador da mesma forma que a Adm. Apostólica de Campos fez com a memória de Dom Antônio.

    Fiquei horrorizado ao ver gente jogando a “culpa” das Sagrações de 1988 à revelia do Papa João Paulo II no perfil do futuro Dom Williamson que não teria sido aprovado à época! Isso mostra que esses traidores já estão abertamente contra os próprios Dom Lefebvre e Dom Antônio e que a crise na FSSPX é muitíssimo maior do que o avisado por Dom Williamson, Dom Tomás e outros grandes membros da USML!

    Já abandonei o “Veritatis”, o “Deus lo Vult” e agora não comentarei mais no “Fratres in Unum”, que está com uma postura cada vez mais “adesista” e numa velada campanha pelo acordo da FSSPX. Por isso, precisamos que a Resistência tenha um site de informações sobre a Igreja com espaço para comentarmos. Não seria possível unir os sites brasileiros da Resistência (este, Borboletas ao Luar, Militia Jesu Christi , Pacientes na Tribulação) em um único site? Precisamos de um espaço unificado para discutirmos e nos mantermos informados.

    • Tenho a impressão que a coisa tende a ser como você diz, caro Pedro. A julgar os tipos de colaboradores viceralmente contrários à Resistência, assim como a ausência de informações que vêm da mesma (o blog Non Possumus mostra aqui e ali, muitos indícios de que algo não vai bem), é de se crer que têm reservas com a Resistência e tendem ao adesismo.
      Não quero dizer com isso que todo fiel da FSSPX, inclusive os que detestam D. Williamson e a Resistência sejam necessariamente adesistas. Mas se eles não querem abrir os olhos e ver que o discurso da FSSPX já não é o mesmo, poderiam ser mais cautelosos em suas diatribes, pois têm tanta certeza que D. Williamson labora em erro, que é inútil tentar argumentar. Creio que esta fúria os leva a pecar contra a caridade não raras vezes, tanto que eu mesmo já precisei intervir contra certas coisas que a senhora Gercione Lima disse até mesmo contra o mosteiro de N. Sra da Fé, que ela mesma conhece muito bem.
      Agora, comigo ocorre que atualmente vivo numa cidade do interior, e distante da comunidade amiga mais próxima, então acabo sabendo das coisas via Internet mesmo. Eu só soube da Sagração no dia em que as coisas aconteceram. Depois olhando outros blogs, vi que avisaram com poucos dias de antecedência, mas eu mesmo desconhecia o fato.
      É realmente uma lástima subitamente romper com tantas pessoas que não faz muito tempo laboravam junto conosco. E como as coisas também não acontecem de uma hora para outra, não é nem mesmo o caso de afirmar que a FSSPX desvirtuou-se, que todos são uns liberais, etc, etc.
      Ainda não. Mas está num caminho que já não é mais seguro. Mais dia, menos dia, arriscam-se a acabar como todo o resto, e pior: sem se dar conta disto! Eu já mudei de posição por várias vezes, ao longo dos anos. Já houve tempo em que eu era totalmente adesista e via a FSSPX como um grupo cismático. Já houve tempo em que entendi que não havia heresia nem cisma, logo que era não apenas possível, mas desejável que se estivesse com a FSSPX, mas sem fechar as portas para um acordo que respeitasse nossa condição de católicos e nos desse espaço para atuar livremente dentro da Igreja. E atualmente estou plenamente convencido que estamos diante de duas realidades auto-excludentes e impossíveis de se misturar (a menos que uma das duas deixe de ser o que é). Mas nenhuma destas mudanças se operou da noite para o dia. Quando D. Fellay declarou que não resistiria mais a Roma (2012), então essa convicção que eu já tinha soou como um alarme, e toda a crítica dos padres da futura Resistência foi melhor compreendida por mim.
      Não há possibilidade, humanamente falando, não há possibilidade alguma de comungar junto com este papa e este clero atuais, somos duas religiões diferentes, e essa constatação minha não está atrelada aos exageros de Francisco. A Fé é algo de puríssimo. Mas se misturamo-la com qualquer coisinha exterior, aquilo não é mais a mesma Fé, mais algo diferente.
      Eu compreendo agora que nenhum cardeal, por muito ultraconservador ou ultraliberal que seja, nenhum deles fará a mínima diferença, a menos que corrijam a letra do Concílio, condenem todos os seus erros e se empenhem a suprimir a Missa Nova. E que sobretudo tenham a mesma Fé que vemos em D. Williamson, no padre Jahir e em D. Tomás de Aquino, e em tantos e tantos outros.
      Se não concordamos com a Fé, qualquer acordo que vier, por mais benéfico que seja, já nascerá fracassado. Mesmo que Roma nos dê o direito de pregar livremente, de rejeitar totalmente o concílio e a Missa Nova, e de nos expandir passando por cima da autoridade dos episcopados do mundo inteiro, mesmo assim estaríamos pecando em aceitar. Porque seria uma vergonha que estivéssemos sentados do lado do papa e constatássemos que nós e ele não queremos as mesmas coisas, mas só fizemos uma unidade visível para satisfazer nossas vontades pessoais, deixando contudo a Fé como um assunto pendente.
      O único laço poderoso que sempre uniu os cristãos foi a mesma Fé. Foi a crença em comum nas mesmas coisas o único laço que sempre nos uniu. Se não temos a mesma Fé, qualquer acordo será inútil, a menos que renunciemos a nossa Fé em favor da crença conciliar.

  2. André Luíz Araújo disse:

    Eu não conhecia a Igreja em minha juventude. Um dia fui convidado por um coleguinha para ir à sua Missa & festa de primeira Comunhão. Eu, movido pela graça de Deus, não reneguei a festa, evidente, pois haveria bolo, doces, salgadinhos e refrigerantes. Guloseimas que nenhum jovem, por mais que eu fui criado graças a Deus em ambiente de fartura, ousaria renegar. Mas, por um influxo da graça Divina não só fui à festa, como também por um influxo da graça fui à Missa. Não se tratava de rito tridentino, ora nem sabia o que era isto. Mas, foi uma missa de Paulo VI, em que não haviam “modulações teatrais” como palmas, gritos e tantas outras sandices. Isto fez-me crer que era um ambiente sagrado. Bom, o que importa é que ali naquel momento amei Jeus Eucarístico e entrei em êxtase. Quis o mesmo para mim. Fiz o catecismo no Rio de Janeiro, houve a primeira comunhão, depois a Crisma e enfim acabei entrando para o seminário anos e anos depois. Quando ingressei ao seminário, que era nada mais nada menos que na diocese de Campos, porque com tudo isto, minha família foi morar em Italva, sua terra natal que eu não conhecia e a famosa Campos dos Goytacazes, onde havia o seminário diocesano . Antes, pouco antes de ir para o seminário diocesano de Campos fui convidado pelo sacerdote do cabido metropolitano do RJ a ingressar diretamente ao seminário São José, eu não aceitei o convite. Disse-lhe que provavelmente iria mudar de cidade e ficar perto de minha família e para mim seria melhor o seminário de Campos. Coisas de um rapaz jovem extremamaente ligado aos pais. Já nesta altura meus pais passaram de católicos superficiais por um influxo da graça mais uma vez a Católicos fervorosos. Não houve resistência de minha família quando fomos para Campos em relação à vida clerical. Bom, entrei para o seminário. Lá em Italva, evidente que conheci a tradição, porque havia padre Antônio cuja fama era grande, por celebrar em latim, e, tive curiosidade de conhece-lo. A missa encantou-me de tal forma que as lágrimas desciam dos olhos… Por um tempo tirei a idéia da cebeça de ir para o seminário. Até porque ele falava muito mau do seminário tradicional, pois não era amigo de Dom Licínio, e ensinou-me que as sagrações de Ecône não eram obra de Deus… era partidário da TFP. Aí, minha única solução era sentir com a Igreja, e, já que padre Antônio antes de Padre Rifan entrou em comunhão com o clero romano diocesano, fui empurrado para o seminário diocesano de Campos, ele me infuenciou muito… Um seminário QUE NÃO RETRATAVA O QUE APRENDI NA mISSA tRIDENTINA, A CONTEMPLAÇÃO E A BELEZA… Não demorou muito e larguei este seminário. Voltei para Italva. Quando Dom Rifan foi sagrado e o acordo foi feito, pensei e pensei, vou procurá-lo e fui aceito rapidamente. Mas, pude constatar que era uma utopia, pois, as idéias eram muito modernistas, semelhantes as que vi no seminário diocesano, salvo o rito…fiquei sem rumo e abandonei o seminário em um ano, triste, desiludido com a Igreja. Voltei para o RJ para fazer faculdade. Conheci a Fraternidade São PIO X pelo site e procurei Dom Lourenço. Lá vi algo realmente palpável, mas negou-me qualquer possibilidade de ingressar em seu seminário, ou no seu mosteiro, porque eu havia passado por dois seminários antes e achava que Deus não queria isto para mim. Hoje eu penso: O que o bispo diocesano, o bispo da Admnistração pessoal, Padre Antônio e padre Lourenço tem a me dizer ou vetar-me, pois se eles são malvados e romperam com a fé? Quem são eles para julgar-me… Hoje eu vejo que ainda sinto o chamado, mas não sei se aos 37 anos de idade Dom Richard me aceitaria em seu seminário ou Dom abade de Santa Cruz em seu mosteiro, para abraçar a vida religiosa e o sacerdócio. É, Igreja de Roma o que fizestes comigo? Por que caí em mãos erradas quando era mais jovem?

    • Prezado André, Salve Maria.
      Li com atenção o seu depoimento, e consternado com as adversidades que você sofreu em relação aos meios por onde passou, e às decepções que sentiu.
      Infelizmente, vivemos em tempos de apostasia. A Santa Igreja, depois de tantos assaltos, ainda que assistida pelo Espírito Santo, viu definhar sua presença ano após ano nos corações, nas consciências e nas instituições de todo o Ocidente.
      Agora estamos há mais de 150 anos desde a divulgação do plano maçônico forjado pela maçonaria italiana e denunciado pelos romanos pontífices da época – Gregório XVI e o Bem-Aventurado Pio IX. Neste meio-tempo, o trabalho dos inimigos da Igreja que se infiltraram mostrou seus frutos, formando não apenas um, mas uma série de papas com o seu pensamento e suas atitudes.
      Como havia dito o cardeal Suenens, com o Vaticano II oficializou-se o “1789 da Igreja”, ou seja: todo o trabalho revolucionário e maçônico que culminou na revolução francesa e teve na Igreja seu principal opositor, achou, depois de um século de infiltração, através do Concílio Vaticano II, a sua “queda da Bastilha”.
      De forma que não estamos em tempos normais. O liberalismo e o modernismo se tornaram as fábulas pelas quais os homens, cansados da Sã Doutrina da Salvação, se lançaram.
      É necessário compreender isto: que a única grande muralha contra uma cosmovisão totalmente deturpada e anticristã desmoronou. A Igreja com isso não acabou, Nosso Senhor prometeu que as portas do Inferno jamais prevaleceriam sobre ela. Mas a Igreja, tal como era conhecida, como uma sólida organização com quase um bilhão de fiéis, templos, hospitais, orfanatos, conventos, asilos, mosteiros, hospícios e exércitos de sacerdotes e religiosos guiados por uma só Fé e uma obediência comum ao Santo Padre, deixaram de existir.
      Estamos num mundo de aparências, infelizmente. Não julgo as pessoas. Mas quantos, envenenados pelo Liberalismo, deixaram de ser católicos sem saber? Quantos, enganados por uma nova igreja conciliar, abraçam doutrinas falsas pensando tratar-se de catolicismo? Em quantos lugares o Santo Sacrifício da Missa é de fato renovado?
      O homem não muda. Seus anseios, suas inclinações, tudo é sempre igual. O que mudam são as circunstâncias.
      As pessoas que você citou no decorrer de sua aproximação com a Fé, a julgar pelo que você diz, denotam a confusão em que vivemos: um padre conservador que preferiu entregá-lo a um meio modernista do que admitir que o então seminário de Campos poderia ser uma opção sadia; mais tarde, o mesmo seminário, em nome de um acordo, ter capitulado de forma tão vergonhosa;
      No que se refere a D. Lourenço, ele é padre amigo da FSSPX, mas não é membro da FSSPX. Ele era monge, portanto houve tempo em que habitou em um mosteiro (Le Barroux), o que aliás é a característica básica de qualquer monge. O mosteiro do Le Barroux, antes mesmo de Campos, em troca de manter seu estilo de vida inalterado, submeteu-se às doutrinas conciliares e à Missa Nova, provocando não apenas a saída do mesmo D. Lourenço, mas o próprio rompimento com sua casa-filha brasileira: o mosteiro de Santa Cruz, cujo prior é D. Tomás de Aquino.
      D. Lourenço passou então ao mosteiro de Santa Cruz, foi designado para atender os fiéis de Niterói, e até hoje está lá, como capelão e administrador daquelas comunidades. Mas está desligado do mosteiro de Santa Cruz há muito tempo, o que não deixa de ser uma situação esquisita, até mesmo em nossos tempos anormais: um monge sem mosteiro, por conseguinte, sem superior monástico imediato. Porque isso se deu, desconheço: mas sei que D. Tomás e o Mosteiro de Santa Cruz aderiram à Resistência, ao passo que D. Lourenço mantêm-se aliado à FSSPX, embora admita não ser membro dela, o que objetivamente o torna um padre independente. Há anos atrás o questionaram a respeito disso, e ele disse ser integrante do mosteiro de Santa Cruz, cujo prior era D. Tomás. Agora não creio que ele possa dizer o mesmo, pois é notório que o mesmo é contrário a D. Tomás e ao Mosteiro, ao menos enquanto vinculados à Resistência. Quanto ao resto, ele não tem mosteiro nem seminário, de forma que não pode admitir noviços nem seminaristas: o que talvez poderia fazer é indicar algum vocacionado a um convento ou a algum seminário ligado à FSSPX.
      E quanto ao que diria D. Tomás ou monsenhor Williamson a respeito de sua vocação, sinceramente não tenho como responder. É sabido que os mosteiros beneditinos às vezes admitem vocações tardias. Só que ser monge beneditino é uma vocação totalmente diferente da vocação sacerdotal. O monge é chamado a levar uma vida de perfeição mais particular, observando os conselhos evangélicos de obediência, pobreza e castidade. O sacerdote é chamado para administrar os Sacramentos e pregar com a autoridade de Cristo. São vocações bem distintas, apesar de buscar em comum a perfeição de vida.
      Mas independente de qualquer resposta, tenha em mente que a primeira e a mais central preocupação que não apenas você, mas todos nós devemos ter é a salvação de nossa alma. Perdida a alma, tudo está perdido, não importando se somos leigos, religiosos ou sacerdotes. A graça divina não falta a ninguém, seja em que estado se encontre: solteiro, casado, eremita, bispo, papa. Deus tem mais interesse em nossa salvação do que nós mesmos. Ele não economiza Suas Graças para nosso sucesso, tudo o que temos que fazer é deixar de lado nosso orgulho e nossa cegueira, e permitir que elas frutifiquem.
      Veja como um gesto de predileção divina o fato de você não ter se fixado em todos estes lugares pelos quais passou. Você mesmo percebeu o distanciamento que estes mesmos ambientes estavam do que deveria ser um lugar simplesmente católico. Sua alma poderia estar em perigo real de perdição caso se mantivesse nestes lugares, porque vivendo em uma comunidade degenerada, você poderia degenerar-se também, e caminhar de abismo em abismo até um mau fim.
      Não faço juízo destas pessoas, mas não se mistura vinho novo em odres velhos, pois o vinho acaba se corrompendo. No afã de obedecer o papa, submeteram a Fé à Obediência, só que, uma vez que a Hierarquia se encontra recheada de elementos modernistas, que pregam os mesmos ensinamentos já condenados pelos papas do passado, colocar-se sob a tutela deles e obedecer seus preceitos corrompidos só atará a todos os que assim procedem à completa imobilidade, à omissão diante dos erros, e posteriormente à sua adesão formal.
      Portanto, faça o seguinte exercício, que aliás excede a todos os outros: concentre-se em salvar sua alma através da reforma dos costumes, da frequência aos Sacramentos, um diretor espiritual, e a virtude da Paciência. Procure ver com D. Tomás e D. Williamson a questão de sua vocação, mas sobretudo, abandone-se à Providência. Deixe que a vontade de Deus – e não a sua – prevaleça. E que o mais importante seja não desperdiçar as Graças. A forma? Solteiro ou casado, fazendo os votos ou não, é um meio, e não um fim. E busque o fim, a finalidade, o objetivo: conhecer, amar e servir a Deus nesta vida, para goza-Lo para sempre na outra.

  3. Teresa Cristina disse:

    Caro Bruno Santana:
    Cansada de abrir esse blog pra ver se voce voltou a postar alguma coisa, resolvi ler os comentários. E mais uma vez me espantei com sua clareza de pensamento e opiniões. E me pergunto porquê congelou o site. Será que abriu outro? será que perdeu a esperança de transmitir algo útil ou de ser ouvido?
    Talvez nem veja esse comentário. Mas se ver… aqui fica meus votos que volte, que ajude os que ainda buscam na internet, nos irmãos sofridos pela crise da Igreja, algum conforto ou luz pra prosseguir na difícil caminhada.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s