Às vésperas das falsas canonizações

Totalmente de acordo, em gênero, número e grau.

Pacientes na tribulação

Rezemos em desagravo, pois estamos às vésperas de mais um grande ato de traição à Igreja Católica: a “igreja” conciliar irá “canonizar” dois homens que tiveram participação fundamental na destruição da religião perpetrada na última metade de século. Um deles, João XXIII, foi quem, desprezando a mensagem de Nossa Senhora de Fátima e chamando de “profetas de desgraças” aos que previam o mal que se faria à Igreja, convocou o latrocínio Vaticano II. O outro, João Paulo II, foi quem mais longe levou a aplicação do maldito conciliábulo, seja perseguindo os verdadeiros católicos, seja praticando os mais absurdos atos de sincretismo religioso, rebaixando a única verdadeira religião ao nível das falsas.

Santos? Como pode ser santo alguém que passou a vida fazendo o mal e, ao menos publicamente, jamais demonstrou qualquer arrependimento? Como pode ser santo, ou seja amigo de Deus na eternidade, alguém que passou a vida sendo amigos dos inimigos de Deus? Como…

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Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
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2 respostas para Às vésperas das falsas canonizações

  1. Teresa Cristina disse:

    Quem tem filho, quem passa pela experiência da maternidade ou da paternidade, entende bem as palavras de S. Paulo quando disse “não faço o bem que quero, mas o mal que não quero”. O SANTO, sabia do que estava falando. E todo pai ou mãe conscientes e profundamente mergulhados no empenho de fazer tudo, até morrer, por seus filhos, percebe bem quão verdadeira é essa frase. A gente quer fazer o melhor, se empenha no melhor, dá a vida pelo melhor, e muitas vezes erra muito. O Papa é o papai da Igreja. João Paulo II, foi um pai que se intregou por inteiro, que amou com todas as suas forças, que foi odiado e perseguido por muitos que agora estão felizes com sua canonização, já que serve a seus propósitos interesseiros. Outros, o odeiam agora, e agora o consideram inimigo de Cristo e da Igreja, embora talvez tenham vibrado com muitas coisas que ele afirmou e corrigiu na Veritatis Splendor e na Dominus Jesus, por exemplo.
    Eu o considero apenas como um pai, um papai, que fez o melhor que pode, o melhor que entendeu, que achou que conseguiu. Assim como eu fiz pelos meus filhos.
    Não quero ser julgada senão pelo que amei e procurei fazer de bom. O mais, tá na mão de Deus, o bem e o mal, o certo e o errado servirão a Seus divinos propósitos.

    • Não sei como era João Paulo II, e nem o que pensava pessoalmente, mas objetivamente falando ele foi proposto como um exemplo a ser seguido. Ou seja, ele está no nível de São Paulo Apóstolo, de Santa Teresinha do Menino Jesus, de São Francisco de Assis. Virtudes heróicas? Recorde de velocidade para canonizá-lo. Eu num primeiro momento preferi não dizer nada, mas não poderia ficar calado diante de uma fraude dessas, ele alterou todo o processo de canonização – que costumava ser algo sério – e acabou sendo beneficiado por sua mesma reforma… Infelizmente até mesmo pessoas que não são sequer conservadoras, e que tem vida “engajada’ na Igreja confessaram para mim estar vendo nessa canonização uma razão política. É o Vaticano mais uma vez banalizando as coisas santas, até que ninguém mais leve os santos a sério, isso é ainda pior do que se resolvessem aderir ao protestantismo e simplesmente negar o culto aos santos. A perda da Fé, mais do que nunca é um risco real.

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