Pétalas de Santa Teresa de Lisieux

Santa Terezinha conta uma história pessoal que lhe ensinou a não dar grande importância ao que os outros acham de nós: “um dia após a minha tomada de hábito, um senhor me vê junto à nossa Madre Superiora e diz: ‘Oh! Como é forte essa moça! Como ela é robusta!’ e eu saí toda humilhada do elogio recebido quando a irmã Madalena me para diante da cozinha e me diz: ‘Mas o que ocorre com você, minha pobre irmãzinha Tereza do Menino Jesus? Você está cada vez mais magra! Se continuar assim, com esse rosto que faz tremer, você não seguirá por muito tempo a regra!Após escutar apreciações tão opostas, eu não podia mais dar qualquer importância à opinião das criaturas, seja de elogios, seja de reprovações”. Ainda nesse dia de 25 de julho, uma irmã lhe diz que acabava por desejar a morte de Santa Terezinha para não vê-la mais sofrer tanto ao que responde a Santa: “Não se deve dizer isso, pois sofrer é precisamente o que me agrada na vida”.

Ao falar de suas meditações sobre o Evangelho, Santa Terezinha dizia: “o que me agrada ao pensar na Sagrada Família é de imaginá-la numa vida toda comum (…) tudo na vida deles ocorria como na nossa. Para que um sermão sobre a Virgem Maria me agrade e me faça algum bem, é preciso que eu a veja na sua vida real, não na sua vida de suposições; e estou certa que sua vida real devia ser toda simples. Nós a mostramos inalcançável, mas precisaríamos mostrá-la imitável, mostrar suas virtudes, mostrar que ela vivia da fé como nós (…) O que a Virgem tem a mais que nós, é que ela não podia pecar, que ela era isenta de toda mancha original, mas por outro lado, ela tinha menos sorte que nós, pois que ela não tinha uma Nossa Senhora para amar”.

“Sabe-se muito vem que a Santíssima Virgem é a Rainha do Céu e da Terra, porém é muito mais Mãe que Rainha”.

“Oh! Maria! Se eu fosse Rainha do Céu e Tu fosses Teresa, eu queria ser Teresa a fim de que tu fosses a Rainha do Céu.”

“Almas Cristãs, servi a Deus, com paz e alegria. Lembrai-vos que o nosso Deus é o Deus da Paz”.

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Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
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