‘Feliz sou por não fazer mais parte dessa “Igreja conciliar”‘

Este texto não é meu.

Poderia ser, mas não é.

Não escrevi, e nem preciso, basta republicar o que foi escrito no blog católicos de Ribeirão Preto.

Segue abaixo a publicação:

Feliz sou eu por não fazer mais parte dessa “Igreja conciliar”

Em uma guerra, aprende-se que há momentos de avançar e de recuar. O bom general não é aquele que avança sempre, destemido, valente, bradando sua espada contra todos os “dragões”, ele é, ao contrário, aquele que sabe recuar quando necessário. E recuar, um verbo tão rejeitado pelo mundo moderno, por esse mundo acostumado somente com o sim, acostumado em confundir vitórias apenas com passos adiantes, evidencia discernimento. Avançar é fácil, todo ser dotado de mobilidade pode avançar; contudo, recuar se torna uma tarefa difícil, exige uma consideração intelectual complexa, elaborada, que contemple todas as possibilidades, todas as consequências. Há vitórias que só são possíveis quando damos passos atrás, quando recuamos.
Há semanas tenho – este pobre soldado – evitado dedicar meu tempo lendo artigos e publicações sobre a “Igreja”. Tomei tal decisão depois de perceber o desgaste emocional, psicológico, moral que determinadas notícias vinham me causando. Recuei para avançar. Assim, transcorridas essas semanas, posso dizer que estou menos inquieto, mais sereno, e pronto para o que segue.
Lendo o noticiário secular de ontem, deparei-me com a notícia das canonizações de João Paulo II e João XXIII, os dois papas que personificaram melhor o Concílio Vaticano II; o primeiro foi seu propulsor, imbuído do espírito moderno. O segundo, João Paulo II, por sua vez, foi o que implantou o Concílio, o que fez com que a fumaça que entrou no templo se espalhasse e sufocasse tudo. Os dois heróis, os dois grandes santos dessa massa de católicos paganizados, serão canonizados pelo novo “libertador”, o “restaurador” da “Igreja”, aquele que enfim veio livrá-la de seu passado pesado, de seus ritos complexos, de toda sua carga que sufoca as pessoas, afinal os tempos de hoje exigem “amor”, “compreensão”, e não mais doutrina, isso fica para um segundo plano, quiçá se tiver lugar na nova religião.
Essa leitura, longe de ter me deixado inquieto, demonstrou mais uma vez a realidade nua e crua, realidade que muitos teimam em negar.
Assim, voltando ao recuar e ao avançar, recuei para ter serenidade, para tomar uma decisão em paz. E meditando, questionei-me:
  • Será que algum dia existiu, pelo menos concretamente, e não na mente de determinadas pessoas, uma reforma da reforma?
  • Dom Fellay, líder da parcela mais significativa dos fiéis ligados ao que conhecemos como Tradição, que fez um mal tremendo ao querer se conciliar com algo inconciliável por conta de um pedaço de papel atestando “plena-comunhão”, não percebe a necessidade de curar essas mesmas feridas, reconhecendo seu erro? Ele não percebe quão caro está saindo seu silêncio?
  • Por que os demais grupos praticamente se calaram desde a eleição de Francisco? Onde está o pessoal de São Paulo com suas críticas acertadas? Onde está a FSSP? O IBP com sua crítica construtiva do Concílio? Por que os Franciscanos, grupo “plena-comunhão” que fez ataques elaborados e diretos contra o Novus Ordo, se calaram diante de tudo o que ocorreu? Obediência? Humildade? Obediência ao que? Humildade no que? Já dizia São Pedro, quando se trata da Fé integral: “antes obedecer a Deus que aos homens”;
  • Por que dessas críticas ácidas, desses adjetivos pesados e sem sentido contra os católicos “tradicionais” da parte do Papa, se ao mesmo tempo ele trata com “delicadeza”, com “complacência”, com “misericórdia”, todos aqueles que guerreiam abertamente contra Cristo? Esse Papa não nos quer bem, ou nos submetemos à nova religião, ou seremos legados ao ostracismo, à periferia, e garanto que não é a periferia que ele tanto cita em seus discursos;
Por tudo isso, digo abertamente que já não condeno e nem vejo com maus olhos os chamados católicos da Resistência, grupo liderado por Dom Williamson. Estes são os únicos que ainda combatem pela Fé de forma organizada, e só não faço parte desse movimento fisicamente, porque não há nenhum grupo estabelecido em Ribeirão Preto e região.
Concluindo, me unindo espiritualmente a todos eles, e, graças a Deus, tomando as palavras de Dom Tissier, afirmo: “feliz sou eu por não fazer mais parte dessa “Igreja conciliar””. Que canonizem quem eles quiserem, que reformem o que eles quiserem, que mudem o que eles quiserem, pois esse não é o catolicismo que estudo todos os dias nos livros de outrora, essa não é a Roma eterna!
Robson Carvalho

Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
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5 respostas para ‘Feliz sou por não fazer mais parte dessa “Igreja conciliar”‘

  1. Cristiano disse:

    A um ano assisto a missa tridentina aqui em Vitória ES. Tenho 37 anos, e tem sido uma experiência de graça muito grande. Louvado seja Deus.

  2. Louvado seja Deus por isso! Precisamos exatamente de padres misericordiosos, mas que tenham boa doutrina e não confundam misericórdia com conivência. A Missa Tradicional não é um privilégio papal a ninguém. Ela é uma obrigação de todo o clero latino, e um direito dos fiéis, conforme podemos conferir no Indulto Perpétuo que é a bula Quo Primum Tempore, de São Pio V.
    E ainda que ele não tivesse escrito esta bula, até mesmo o bom senso nos levaria a tal pensamento. Se Abel deu a Deus o sacrifício mais esmerado possível, ao passo que Caim lhe deu um sacrifício somente para cumprir uma obrigação, e sem maiores cuidados, vimos que o próprio Deus foi favorável a Abel, e aceitou o seu sacrifício. Ora, o Santo Sacrifício da Missa no ritual multissecular latino, que tantas e tantas gerações alimentou durante séculos, é visivelmente mais fecundo, mais teocêntrico, mais próximo de oferecer a Deus um sacrifício perfeito que o rito que monsenhor Bugnini fabricou com seus protestantes. Se a Deus deve-se dar o melhor, só este argumento basta para somente se oferecer a Missa Tradicional. Mas não para por aí! A própria natureza da Missa de Sempre já convida o fiel a participar de maneira ativa, ou seja, ORANDO. Em relação a Deus, existe coisa mais ativa do que dialogar diretamente com ele através da oração? Muito melhor que ficar enchendo os leigos de prerrogativas, insuflando sentimentos de importância e grandeza com cargos disso e daquilo, e ainda por cima distraindo as pessoas do centro do Sacrifício para abraços da paz e outras excentricidades estranhas ao que sempre foi feito.

  3. Darildo de Souza Fernandes disse:

    Caro Bruno, meu nome é Darildo e concordo com o que tú disseste, pois eu também conheci a Santa Missa Tridentina e a algum tempo e me decidi não mais assistir esta dito “nova missa”do maçom Buguinini, meu maior sofrimento é que minha esposa não me acompanha pois como a grande maioria não entende a gravidade da situação atual, mas de minha parte continuarei a rezar e sofrer pala Santa Igreja de Deus, a algum tempo fazia comentários no Fratres mas desisti pois isso de nada adiantava, pois pra mim o piro cego é aquele que não quer ver o óbvio, enfim gostaria de manter contato contigo se for possível, o teu blog é muito bom que Deus te abençoe.

  4. Prezado,
    Não é com alegria que recebo esta resposta sua, mas compreendo exatamente a sua decisão, porque eu também tenho a mesma postura.
    Não é com alegria, porque nenhum católico pode se alegrar em constatar que pessoas se afastam da Santa Missa, ainda que seja uma missa válida, onde não há simulação, mas de alguma maneira o Sacrifício acontece.
    E também deve-se pesar que à primeira vista se constituiria um pecado de soberba e de rebeldia o recusar-se a cumprir um Mandamento obrigatório da Santa Igreja, afinal faltar Missa é pecado mortal.
    Mas há um outro lado, não é verdade?
    Em meu caso, uma vez tendo consciência do símbolo que constitui a Missa Nova, da sua intenção perversa de substituir um rito inspirado por Deus por outro feito por homens por razões monstruosas, e principalmente: admitindo-se que é uma forma inferior de se louvar a Deus, como comparecer a uma Missa Nova sem ser conivente? A natureza da Liturgia é exatamente a de um serviço público. Como ir a uma Missa onde a indignação e o escândalo terminem por amargurar uma alma que ao invés disso, necessita contemplar a Renovação do Sacrifício do Calvário num espírito contrito e humilhado? Confesso que antes de chegar a esta decisão, a cada domingo eu me tornava mais antissocial. Comecei a me martirizar por entender que na Casa de Deus se deve guardar ao menos um decoro nas aparências, porque se até em um fórum, onde se entra gente de todo naipe, e onde a falta de Deus permite tantas injustiças, um lugar onde geralmente se entra todo tipo de criminosos, até em um fórum os homens não podem entrar de bermuda, porque dentro das Igrejas os homens e as mulheres entram de qualquer maneira? Então tudo isso me agastava, e era um esforço descomunal para desviar os olhos das pessoas e lembrar de olhar para meus próprios defeitos. Era aborrecimento por cima de aborrecimento, eu com meus vinte e poucos anos estava ranzinza, porque me aborrecia ouvir as pessoas conversando folgadamente dentro da igreja, me aborrecia com as palmas, me aborrecia em conhecer pessoas favoráveis ao aborto que comungavam todos os domingos (soube disso numa ocasião que passei um abaixo-assinado contra o aborto, e ouvi de um fiel, que talvez fosse oblato beneditino, dizer que não assinaria, porque ser favorável ao aborto. E comungava todos os domingos…). Me aborrecia a Comunhão na Mão. Uma vez por eu ter recebido a Comunhão de joelhos e na boca, um senhor que estava ao meu lado e não me viu ajoelhar, tropeçou em minhas pernas e tomou uma queda memorável, porque era uma missa com os Arautos do Evangelho e ele caiu exatamente em cima dos instrumentos musicais. Nunca mais fui àquela igreja, e é bem capaz do padre ter proibido a Comunhão de joelhos, depois daquele dia.
    E as respostas da missa? “O Senhor esteja convosco”, e eu respondia “Et cum Spiritu Tuo”! Da Consagração até depois do “Cordeiro de Deus” (que eu respondia “Miserere Nobis” e “Dona nobis Pacem”) eu passava ajoelhado em oração, exatamente para fugir da maluquice do tal “abraço da paz” que eu achava farisaico, porque se cumprimentava gente por mera formalidade, que nunca vimos na vida, como se aquilo fosse uma paróquia onde as pessoas eram as mesmas de anos e anos… Além é claro de desconcentrar do Sacrifício que terminou de ser repetido no altar… Mas também ficava ajoelhado porque no rito Antigo, se permanece de joelhos quase todo o tempo depois da Consagração. E as pessoas me viam ajoelhado, rezando, e ficavam apalpando as minhas costas, querendo me cumprimentar. E às vezes quando rezava o terço durante a Missa, afinal de contas é uma forma válida de unir as nossas orações às do Sacerdote, para que o Sacrifício seja aceito por Deus, às vezes causava escândalo alheio, ouvia gente me interpelando negativamente, dizendo que “Deus não gosta”. Ou seja, era um completo transtorno, a minha postura era completamente altista aos olhos das pessoas, e desconfortável para mim, porque ir à igreja para chamar atenção é a última coisa que eu queria.
    Lembro-me que uma vez eu tive uma discussão fora da igreja, porque duas amigas minhas haviam ido à missa bem vestidas e usando o véu. Depois que foram embora, ouvi uma mulher vestida com uma calça bem apertada vomitar ódio contra elas duas, indignada por vê-las vestidas como mulheres, e usando véu, com uma fúria indescritível. Ela antes da Missa ficou tão revoltada, que lembro quando foi até elas perguntar se pertenciam a alguma congregação.religiosa. Elas responderam brevemente que não, e como em seguida voltaram á oração, ao invés de ficar de lero-lero com a curiosa, deixaram-na morta de raiva. Como viver num ambiente destes?
    Mas até mesmo este sofrimento poderia ser oferecido a Deus, pois se cada missa virasse um Calvário pessoal, talvez fosse realmente uma maneira de se aproximar do Senhor vivendo a nosso modo uma Paixão, tornando-nos participantes mais próximos do Santo Sacrifício… Mas há tanto a se considerar, não é mesmo? Antes de tudo parece-me também um gesto de soberba (ao menos para mim) o vangloriar-se da formação católica que tenho e tentar a Deus, aproximando-me todos os domingos de um rito doente por natureza. A Escritura diz: “Quem ama o perigo, nele perecerá”. O problema da Missa Nova não são os seus efeitos, que foram todos estes exemplos que enumerei acima (e atente que eu ia a uma missa conservadora entre os monges beneditinos, onde não se distribuia o Domingo, onde o canto era só gregoriano, onde os padres ouviam confissão geralmente nos confessionários, inclusive durante a Missa, e onde a Missa geralmente era bem celebrada, ao gosto dos neoconservadores destes blogues nocivos que se vêem por aí), mas é sua própria existência. sua natureza é infelizmente defeituosa.
    Quando me recordo do estudo crítico dos Cardeais Ottaviani e Bacci (que já disponibilizei neste blog), estudo feito pelo próprio Prefeito do Santo Ofício, responsável por examinar a Ortodoxia da Doutrina, acompanhado de uma série de estudiosos do tema, onde, depois de ter examinado o Novus Ordo em sua estrutura (veja bem! Eles não analisaram os abusos decorrerntes da Missa Nova, mas o próprio texto da Missa Nova!), chegaram à conclusão que o rito “representa, tanto em seu todo como nos detalhes, um surpreendente afastamento da teologia católica da Missa tal qual formulada na sessão 22 do Concílio de Trento.(…)”.
    E as 62 razões para não assistir a Missa Nova, feitas pelos padres de Campos antes da traição? 62 RAZÕES! Também já as publiquei aqui… Como, diante de todas estas evidências, posso – contrariando a reta razão – assistir Missa Nova fazendo uma separação em minha mente, ou melhor: unindo estas duas realidades discrepantes? Sabendo da evidente sabotagem feita com a intenção de destruir a Missa de Sempre e ao mesmo tempo estar ali na igreja, no meio daquela massa disforme, agindo como se fosse um ignorante, misturado ao povo naquela iniciativa funesta?
    Até uma missa de igreja cismática oriental me parece mais lícita, porque os cismáticos recusam reconhecer o romano Pontífice, mas os cismáticos não abandonaram a Igreja por ódio à Missa, e a Missa que eles rezam é reconhecidamente válida, e seus ritos remontam a tempos antiquissimos, quando eram partes integrantes da única Igreja!
    O rito novo foi encomendado (??????). Pela primeira vez na História da Igreja, ele não nasceu da inspiração do Espírito Santo através dos séculos, mas foi uma construção de um maçom com a ajuda de seis hereges, a mando de um papa que só o Juízo Final nos revelará quem realmente foi, e com a intenção expressa de descatolicizar a missa o máximo possível, a ponto de arrancar vários elogios de diversas igrejas protestantes que negam a Transubstanciação!!!!
    Um rito em que Bugnini responde ao grão mestre da maçonaria italiana que “fez o que pôde” para torná-lo o menos católico possível…
    Em suma, trocaram o Sacrifício de Abel pelo de Caim.
    Deus tem DIREITO ao melhor, este rito na melhor das hipóteses é INFERIOR ao rito tradicional. Só isso já é suficente para repudiá-lo.
    E sabemos que este rito não veio para coexistir com o rito tradicional. Ele veio para SUBSTITUIR o rito tradicional. Veio para substituir a fé católica de todos os séculos! A posição hegeliana de Bento XVI permitia a balela de colocar os dois ritos lado a lado, porque na formação hegeliana de Ratzinger, a verdade só nasce da promiscuidade entre a tese e a antítese. Ele queria a Missa verdadeira nascida da união do rito com o anti-rito, para que o resultado fosse o híbrido que tantos cegos não se dão conta, e acham Bento XVI um Pio XII revivido.
    A Missa Nova muda a Fé. Como em sã consciência um católico que entende a verdade pode aceitar que reservem algo de quinta categoria a Deus (considerando que o padre tem a intenção católica de consagrar, e faz tudo em conformidade com a intenção tradicional da Igreja), algo que traz riscos à própria alma e que veio para destruir a Fé e comprazer os inimigos da Igreja?
    Como consegue dormir em paz sabendo que está associado – ainda que a contragosto – a esta traição?
    Eu não faço campanha, não ouso coagir ninguém a tomar esta decisão difícil, mas é como eu penso. Para a igreja conciliar que inventaram, não contribuo com absolutamente nada. Nem com minha presença, e muito menos financeiramente. Se é para pagar o dízimo, ou ajudar financeiramente, meu dinheiro vai para as comunidades verdadeiramente católicas, que estão resistindo – só Deus sabe a que preço! – a esta hecatombe.
    Um bom domingo!

  5. Darildo de Souza Fernandes disse:

    Diante das tuas alegações posso ainda elencar outras no tocante a assistir a missa nova, pois onde moro não a monges beneditinos e as missas na sua grande maioria são rezadas de um modo no mínimo desrespeitoso, mulheres que não param de ir e vir no altar outras que falam mais ao microfone que o sacerdote, sem contar a música, esta é de doer a alma ,pois a maioria é apologia marxista Jesus libertador dos oprimidos o banquete da partilha, liberdade fraternidade…. e no final desta difícil decisão o que mais pesou foi que eu estava indo a Santa Missa pra pecar e não para me santificar, quando ouvia a homilia do padre era de chorar, pois várias vezes falava heresias abertamente, não posso julgar a intensão de ninguém, mas me parece que muitos sacerdotes não acreditam na transubstanciação e pior não o fazem como a renovação incruenta e sim um simples banquete, que era a intenção de Buguinini, não quero parecer arrogante nesta decisão, somente quero a glória de Deus, ainda bem que um grande sacerdote próximo a minha cidade realiza uma vez por mês (todo 4º domingo do mês) a renovação do Santo Sacrifícil no altar, mas olhando a atual situação não vejo motivo pra alegria a não ser a que vem de Deus, pois para mim este pontificado será uma grande provação. Que Deus nos dê forças para continuar sem sempre mesmo sendo perseguidos ou incompreendidos.
    Ó Maria concebida sem pecados, rogai por nós que recorremos a vós. Fica com Deus.

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