Frases inesquecíveis do papa Francisco

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Iluminura Medieval, com um lobo pastor guiando o rebanho… Ou seria uma raposa?

1) Confidência do papa Francisco à Conferência Latino-Americana de Religiosos (acerca dos grupos de católicos que desejam viver como a Igreja sempre ensinou):

Uma é a corrente pelagiana que existe na Igreja neste momento. Há alguns grupos restauracionistas. Conheço alguns; coube a mim recebê-los em Buenos Aires. E nos sentimos como se tivéssemos voltado 60 anos atrás! Antes do Concílio… Sentimo-nos em 1940… Um relato, só para ilustrar esse grupo, não é para que riam disso, eu tive respeito, mas preocupa-me; quando eu fui eleito, recebi uma carta de um desses grupos, e eles disseram: “Sua Santidade, nós lhe oferecemos este tesouro espiritual: 3.525 rosários.” Por que eles não dizem: “nós rezamos pelo senhor, pedimos…”? Mas essa coisa de contar… E esses grupos voltam a práticas e disciplinas que eu experimentei – não vocês, porque vocês não são velhos – a disciplinas, a coisas que naquele momento aconteceram, mas não agora, elas não existem hoje em dia…

2) Declaração do papa em relação aos pobres, na festa de São Caetano, 7 de Agosto de 2013:

Convencer os outros para que se tornem católicos? Não, não e não. Vá encontrá-los, eles são seus irmãos. Isso basta. E vá ajudá-los, o resto fica por conta de Jesus e do Espírito Santo – disse

(para que foi que Nosso Senhor disse aos Apóstolos que fossem por todo o mundo e pregassem o Evangelho a toda criatura, se, segundo o papa, Deus mesmo ilumina as pessoas diretamente?)

3) Entrevista do papa Francisco à Civiltà Cattolica 

«Se o cristão é restauracionista, legalista, se quer tudo claro e seguro, então não encontra nada. A tradição e a memória do passado devem ajudar-nos a ter a coragem de abrir novos espaços para Deus. Quem hoje procura sempre soluções disciplinares, quem tende de modo exagerado à“segurança” doutrinal, quem procura obstinadamente recuperar o passado perdido, tem uma visão estática e involutiva”.

Há meio século se adotou oficialmente a estratégia de frouxidão doutrinal e despreocupação com a segurança doutrinal. A Igreja perdeu sua identidade, exatamente porque a esmagadora maioria já não conhece a própria Igreja, e muito menos seus ensinamentos. Mas para o papa Francisco este seria um erro lamentável – justo ele que é tão compreensivo para todos – a ponto de caricaturar os que desejam as coisas “claras e seguras” (o que há de errado em querer saber exatamente em que consiste a própria fé?” como restauracionistas, legalistas, medrosos, estáticos, involutivos… Para que servem os catecismos, afinal de contas?

4) Homilia do dia 10-09-2013:

cristãos triunfalistas” que “não acreditam profundamente no Ressuscitado”, com “suas atitudes triunfalistas, em suas vidas, em seus discursos, em sua teologia pastoral, liturgia, tantas coisas…

Triunfalistas são geralmente os termos empregados pelos modernistas contra os católicos que desejam manter a Igreja como sempre foi, inclusive em sua liturgia.

Tópico sujeito a expansão. Infelizmente.

Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
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