Desafio protestante

Ultimamente tenho visitado o blog com alguma frequência, vez por outra alguma pessoa faz comentários, mas nem sempre os libero, porque muitos se excedem e dizem coisas que de nada servirão para os leitores.

Pois a mim chegou um comentário curioso de um protestante, enumerando várias razões e motivos para que eu deixasse a fé.

Resolvi responder a isso, mas a resposta saiu tão comprida, que então postarei aqui a mensagem e a resposta que dei.

A pessoa, no caso, escreveu a mensagem em resposta a um artigo que publiquei aqui, sobre uma das portas do inferno: o Protestantismo (https://regisaeculorumimmortali.wordpress.com/2011/03/30/sexta-porta-do-inferno/)

Neste caso, disponibilizo abaixo o conteúdo desta troca de mensagens.

Você quer ser evangelizado? Ou tirar suas dúvidas? entre nesse site: ( )

Caro irmão! Eu tb já fui católico roxo! Mas Deus tem seu chamado particular com cada um!

Alguns fatos a ser ponderado:

1 – A Inglaterra, durante o período da confissão de Westminster, recebeu um avivamento espiritual tão forte que os Juízes enviavam luvas brancas para outros Juízes, pois não havia casos para julgar, de tanto que o evangelho transformou àquela sociedade;

2 – Não foram só os Protestantes que se separaram da Igreja de Roma! Mas houve grandes Cismas, como o do Oriente e assim surgiu a Igreja Católica Ortodoxa Grega, sem esquecer da Russa! Essas separações ocorreram desde o início da igreja;

3 – O Concílio Vaticano II também separou um grupo, que hoje dá show de conhecimento de igreja católica em qualquer um católico praticante.

4 – O sistema de governo católico é o Episcopal, onde um Bispo é o líder da igreja local, que tem comunhão com o Bispo de Roma, o Papa.

5 – Muitos bispos que eram católicos se separaram de Roma;

6 – Você com certeza não gosta dos carismáticos, apesar de eles trazerem um avivamento ao meio católico, apesar de eles reforçarem todos os dógmas e doutrinas católicas;

7 – Meu querido por que você não envia uma carta à Sé e pede para queimarem os últimos exemplares de livros de magia negra e satanismo poderosos que o Vaticano tem?

8 – Você sabe que uma boa parte dos Cardeais Católicos são Maçons? Veja o banco do Vaticano!

9 – Sabia que acontece encontros satânicos em alguns lugares do Vaticano?

10 – Deus pediu para Israel não praticar os ritos dos povos e por que João Paulo II recebeu o sinal de shiiva em sua fronte, quando visitou a Índia?

11 – Por que João Paulo II beijou o Alcorão? Um livro que nega a divindade de Jesus e sua morte e ressurreição?

12 – O que Igreja Santa e Católica fez durante a 1º e 2ª Guerra Mundial?

Contra fatos não há argumentos!

Amado irmão! Não carregue bandeira de igreja! Carrega a Bandeira de Jesus! Pois todas as obras humanas serão aniquiladas!

Há igrejas evangélicas sem carácter, que só pensam em dinheiro? Tem irmão!
Há igrejas evangélicas que pregam heresias? Tem irmão!

MAS há um povo, que se chama pelo Nome do Senhor, e o Senhor tem uma promessa (que você não pode negar, pois as Palavras de Deus, Ele é zeloso para cumprir, por amor do sEu Nome), que “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.” II Crônica 7.14

Irmão! Há manifestações de Deus acontecendo! Pessoas tem visões, curas acontecem, vidas são transformadas, e no meio dos muçulmanos Jesus está se revelando e muitas árabes tem se rendido à Jesus!

Ninguém deve se render à igreja, pois vai se render à homens, MAS SE RENDER À JESUS!

Eu te desafio irmão! A clamar o nome de Jesus de dizer: SENHOR TE REVELAS A MIM! ASSIM COMO TE REVELASTE À ABRAÃO, ISAC E JACÓ!

Você pode fazer isto sozinho no seu quarto, sem ninguém lhe ver!

Duas perguntas amado irmão: VOCÊ TEM CERTEZA DE SUA SALVAÇÃO?

O QUE VOCÊ VAI DIZER AO SENHOR, QUANDO VOCÊ MORRER, E ESTIVER À PORTA DO CÉU (POR QUE PURGATÓRIO É UMA INVENÇÃO DA IDADE MÉDIA) E ELE LHE DIZER: POR QUE DEVO DEIXAR VOCÊ ENTRAR NO MEU CÉU?

Responda-me estas duas perguntas amado!

Eu oro à Jesus que possa rogar por você, como ele rogou por Pedro!

Graça e Paz!”

RESPOSTA

EXTRA ECCLESIAM NULLA SALUS.

FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO.

Esta é a minha resposta à sua tentação luciferina.

Eu não sou católico roxo, nem vermelho, nem verde, nem de cor alguma. Por mercê de Deus, nasci e fui batizado católico, e indigno até mesmo de entrar num de seus sagrados templos. De todas as minhas baixezas, peço ao mesmo Deus que me livre da heresia e do cisma.

Recomendo que você reveja seu posicionamento, e torne a ponderar os “fatos” que me apresentou.

1 – A Inglaterra nos tempos de Henry VIII rompeu com a Igreja por um motivo vergonhoso, visto que seu rei abandonou sua esposa, chamada por todos de “Boa rainha Catarina”, conhecida por seu amor a Deus e seu devotamento aos pobres, para em troca amasiar-se com uma mulher ambiciosa, leviana e protestante, que foi có-responsável pela chacina de milhares e milhares de inocentes, desde frades desarmados, mortos por se recusarem a admitir este adultério público, até milhares de camponeses jogados da noite pro dia nas estradas, pois o rei, para conseguir seu intento comprou a nobreza, oferecendo a esta as propriedades da Igreja. Resultado: foram dissolvidos os mosteiros (cujas terras eram cultivadas por milhares e milhares de camponeses), e uma vez tomadas as terras da Igreja, que cedia aos camponeses o direito de nelas viverem e cultivarem para próprio sustento, em troca apenas de parte da produção, os nobres espoliadores expulsaram-lhes das terras recém-adquiridas, retirando deles toda a possibilidade de subsistência e dignidade, e jogaram-lhes nas estradas, na mais negra miséria, o que foi causa de grandes revoltas e derramamento de sangue de tantos e tantos pobres, que foram mortos por serem católicos e por reagirem contra a miséria que seu rei os empurrou. A Inglaterra posteriormente protestantizou sua igreja, mas fez isso não através de homens sinceros, mas principalmente sob o reinado da bastarda Elisabeth, consultora de adivinhos, favorecedora da pirataria e que passou a história como a rainha “virgem”, por ter morrido solteirona, seca e incapaz de gerar um herdeiro, mas não havia nela donzelice alguma. Era conhecida por ter tido no mínimo doze amantes, mas além de tudo, não era atraente, e diz-se que invejava a sua parenta Mary Stuart, rainha dos escoceses, pela mesma ser jovem, bonita e mãe de um filho saudável, herdeiro do trono escocês. Além disso, Mary era herdeira legítima do trono inglês, visto que Elisabeth era uma usurpadora bastarda, filha da grande prostituta Anna Bolena, cujo casamento com Henry VIII havia sido uma grande farsa (já que ele já era casado com a rainha Catarina, que fora repudiada pelo mesmo, mas estava viva. Não existe divórcio no catolicismo). Mary Stuart terminou sendo decapitada por ordem de Elisabeth, o que era de se esperar, com todo este currículo.

A Inglaterra protestante está manchada de sangue e arbitrariedades. Qual período você se refere? Depois do período dos Tudors, o período seguinte foi o da ditadura puritana de Cromwell, que impôs um calvinismo radical, a ponto de executar seu próprio rei protestante, mas que não compartilhava de sua linha.
Quanto ao que sobrou dos católicos ingleses, já que incontáveis foram os executados no Tyburn, que padeceram na Torre de Londres ou que foram torturados com todos os recursos possíveis de crueldade, os católicos ingleses foram tão rudemente esmagados, que esconderam-se por séculos em propriedades do campo, rezavam em florestas ou em subterrâneos, e eram acusados e linchados pelos fanáticos protestantes por qualquer suspeita de golpe, ainda que nem sequer estivessem envolvidos. Na Inglaterra, até 1850, um católico não podia sequer estudar numa universidade, fora as inúmeras vexações impostas contra eles.
Sim, existiu calma e ordem na Inglaterra. Mas não foi obra do Espírito Santo; foi obra do terror e do pecado. A Inglaterra foi “libertada” da Cristandade por um rei assassino e promíscuo, que se casou seis vezes, contraindo núpcias com esposas ou coabitando com prostitutas, que ele mesmo mandava executar.

2 – A heresia protestante, que usurpa o titulo de evangélica, é um fenômeno do século XVI, mil e quinhentos anos depois de Cristo, como se em todo esse tempo Jesus tivesse mentido aos Apóstolos sobre a assistência que prometera à sua Igreja. Querem nos fazer crer que desde Constantino (que é o marco que inventaram para datar a “paganização” da Igreja) até o “iluminado” Lutero, Cristo abandonou a sua Igreja, para vir se lembrar de assistí-la inspirando a divisão? Ou querem nos convencer que os verdadeiros cristãos sobreviveram por todo este tempo escondendo Bíblias em cavernas e buracos, lendo e passando de geração em geração, e vez por outra se misturando a hereges que pululavam aqui e ali (já vi fontes protestantes atestando estas sandices. Alguns diziam que os cristãos autênticos estavam todos escondidos e copiavam bíblias para ler e passar adiante, e em outras fontes que se misturavam entre os hereges medievais). NÃO EXISTE PROVA. NÃO HÁ ESCRITOS, NÃO HÁ NENHUMA EVIDÊNCIA, só a afirmação gratuita. Então como desculpa, dizem que não há vestígios por causa da… Inquisição. Se Deus permitiu este desaparecimento total aos olhos dos homens, porque é que qualquer pessoa com um mínimo de honestidade intelectual seria obrigada a se fiar em teses sem provas de pessoas associadas ao protestantismo?

Dizem que existem desde sempre, que estavam entre os valdenses, por exemplo (porque os valdenses eram contra o celibato, os sacramentos, bla-bla-bla). Engraçado como sabem se associar a hereges que lhes interessam. Não vi nenhum dizer que eles estavam entre os Albigenses que eram gnósticos e incentivavam os suicídios, ou entre os flagelantes, ou entre os begardos… Muito seletivos, estes verdadeiros cristãos… Na verdade, muito oportunista pegar carona no trem alheio…

Cansados da Lei Divina, os hereges aproveitaram o baixo nível e a ignorância do clero e do mal exemplo dos cristãos em geral como pretexto para combater a Igreja. Jamais quiseram reformar coisa alguma, eram rebeldes que desejavam implantar seus pareceres individuais sobre toda a cristandade, e verificando ser impossível, porque contra eles pesava o dogma (a ponto do próprio Lutero, cansado de ser contrariado pela Bíblia, ter chamado a Epístola de São Tiago de “Epístola de Palha”, sem “nada da natureza do Evangelho nela”), fizeram uma revolução e tentaram destruir a Igreja de Deus, para criarem as suas próprias fés e enganarem os incautos com versões falsificadas de cristianismo.
Lutero tinha uma concepção pessoal de igreja. Seus seguidores se uniram em torno dele e dos príncipes alemães assim como a fome está para a vontade de comer. Os nobres desejavam as propriedades da Igreja Católica. Lutero e seus asseclas os convenceram a passar para o lado da Reforma, e assim não apenas tomarem para si as propriedades da Igreja, mas também a de assumirem o posto de autoridades religiosas em seus territórios. A nobreza corrupta se interessou muito neste incremento de poder econômico e moral, e boom! Assim foi feita a seita protestante luterana.

Tempos depois, baseados na doutrina luterana de que bastava ler a Bíblia e o contato íntimo com Deus estava formado, sem precisar de ninguém – nem mesmo do próprio Lutero – hordas anárquicas de anabatistas insuflaram CENTENAS DE MILHARES de camponeses miseráveis, e como resposta a este ensaio de estudo independente da Bíblia, o próprio Lutero lançou os príncipes protestantes contra esta massa, afogando em sangue a Alemanha. Muita petulância discordar da interpretação de Lutero…

Calvino levantou-se, contagiado pela doutrina protestante de Sola Scriptura e Sola Fide, e criou seu sistema em Genebra, Zwinglio criou uma terceira versão do “verdadeiro cristianismo” e mais uma seita protestante surgiu. E surgiram outros, outros, outros. Em geral se odiavam. Em geral condenavam ao inferno as interpretações protestantes que não fossem as suas próprias. E o passar dos séculos mostrou como eles são inseguros no que crêem. Um exemplo é a Virgem Maria, que os atuais papagaios protestantes diminuíram ao máximo, para não dar lugar à “idolatria” (e não a-d-i-a-n-t-a dizer que não adoramos Maria, porque eles NÃO QUEREM saber). Se um protestante de hoje lê as palavras que Lutero, Calvino, Zwinglio ou Wesley reservavam para honrar a Virgem, rasgariam as vestes! Com o passar do tempo, pela própria natureza mutável (porque é de origem humana, e não divina) do protestantismo, as gerações que passaram foram se tornando piores e mais distantes da Fé Verdadeira. Os protestantes de hoje se envergonhariam dos vestígios de catolicidade de seus ancestrais heréticos.

Quando os maus cristãos acataram a mentira luterana de que o fiel basta-se por si mesmo para ir ao encontro de Deus, sem necessidade de nada além de sua própria audácia, surgiram naquele momento tantos “iluminados” que liam a Bíblia (para sua própria perdição), e se achavam no direito de interpretá-la e fundarem suas seitas, que até mesmo o pai do protestantismo se escandalizou (afinal ele pretendia que as pessoas considerarem o cristianismo dele como o verdadeiro, só que o seu falso princípio terminou por traí-lo. Sua interpretação passou a ser apenas uma das milhares de falsas interpretações protestantes). Na Igreja sempre se reuniram Concílios Ecumênicos dogmáticos, onde se investigava (à luz do que sempre foi ensinado) algum ponto específico da fé. E sempre prevalecia então a repetição do ensino perene, do ensino ouvido em todos os tempos e em todos os lugares. Pois Lutero, ao ver o caos que se tornou cada insano ler a Bíblia e considerar verdadeiro o seu entendimento (e subitamente apareciam oitenta interpretações diferentes para uma passagem evangélica, e oitenta “verdades” que se contradiziam umas das outras), o próprio Lutero falou na necessidade de um Concílio Ecumênico! Que fiasco… Queria usar os métodos da “meretriz da Babilônia”, ou seja, da Igreja Católica Romana que ele tanto combateu…

Só existe UM Deus, só existe UMA Fé, Cristo fundou sob Simão Barjonas tornado Cefás, Pedra, Pedro, a Sua (não as suas, o Evangelho diz “a minha”) Igreja, e prometeu a ele que as portas do Inferno jamais prevaleceriam. E em seguida deu particularmente a este agora chamado Pedro, autoridade para ligar e desligar. Depois disse a Pedro que “apascentasse suas ovelhas”, e não aos outros apóstolos. Confiou a um homem falho o poder supremo sobre a sua Igreja, para nos ensinar que ao contrário da mentalidade protestante de “chamado particular”, onde cada um tem, no fundo de sua alma soberba, a audácia de se dizer inspirado por Deus e sair abrindo as Sagradas Escrituras para dar pitacos, Deus-Filho deu-nos não só a Hierarquia, mas também o sacerdócio na mão destes mesmos homens, para nos ensinar que, apesar de nossa baixeza, assim como as pessoas que se condenam ao inferno arrastam outras em seu caminho, ora tentando-os a pecar, ora dando mal exemplo, ora levando-as a cometer o mal, assim também Deus quer que os mesmos homens que muitas vezes são pedras de tropeço, paradoxalmente se salvem dependendo uns dos outros, ajudando-se mutuamente.
Os padres dos Primeiros Séculos sempre veneraram Roma sobretudo pelo sangue de seus mártires, e por estar sobre ela as sepulturas das colunas humanas da Igreja: São Pedro, o chefe visível da Igreja de Cristo, e São Paulo, o apóstolo dos não-circuncidados, dos gentios que não eram filhos de Abraão, mas que pelo sangue de Cristo foram reconhecidos como filhos de Adão. É a Igreja de Roma, igreja preciosa pela morte de seus santos, igreja onde pessoas de todos os sexos e todas as idades morriam diante dos judeus e dos pagãos para confessar o Santo Nome de Deus, e que Jesus Cristo era o Messias e Senhor! A Igreja fundada por Pedro, chefe dos Apóstolos e depositário da liderança suprema dos cristãos sobre a terra, onde o mesmo governou e foi martirizado, transmitindo aos seus sucessores o carisma dado por Nosso Senhor em pessoa: o de ligar e desligar, apascentar (cuidar, guiar, acalmar) as ovelhas. É de Roma que desde os primeiros séculos a história demonstra que, independente das ferozes perseguições contra os cristãos, as comunidades cristãs de todo o mundo recorriam quando se registravam desvios ou dúvidas. Sempre reservavam a Roma a palavra final para solucionar dúvidas ou disputas entre os cristãos de todo o mundo, e Roma por sua vez sempre esclarecia à cristandade o que sempre foi ensinado desde os apóstolos. Desde os primeiros séculos os cristãos do mundo inteiro, do ocidente ao oriente sempre reconheceram a Igreja presidida por Pedro como a fonte da Autoridade Suprema e a sua primazia entre todos os demais patriarcados e veneráveis centros de difusão cristã.
Não é exato afirmar que a separação de comunidades cristãs sempre teve motivos doutrinais. Naqueles tempos, o isolamento geográfico às vezes deixava grupos cristãos alheios ao restante da cristandade, como a Irlanda e os cristãos maronitas (estes últimos permaneceram isolados por séculos dos demais cristãos, por viverem em lugares muito inacessíveis, e estarem cercados de muçulmanos que lhes bloqueavam o contato com o mundo). Mas não estavam separados por divergência doutrinária. Quanto aos cismas orientais, estes se deram em cumprimento da Sagrada Escritura, pois esta escrito que chegariam os dias em que os homens se cansariam da Verdade, e dariam atenção às fábulas. Algumas comunidades orientais introduziram novidades na fé, como a do padre heresiarca Ário, que pregava ser Jesus Cristo uma criatura, e não Deus. Outras que Cristo era apenas um Deus, negando a sua humanidade, e outros por questões principalmente políticas e culturais, como os gregos que, diante da queda do poder temporal da cidade de Roma (fim do império romano do ocidente – 476 d.C.), quiseram usurpar também a autoridade universal dos papas (sucessores de Pedro), colocando-se contra eles e tentando reduzir a autoridade petrina em benefício do patriarca de Constantinopla, apoiados politicamente pelos basileus. Chamavam-se “basileus” os imperadores romanos do oriente. No oriente, com alguma conivência dos patriarcas locais, pouco a pouco os imperadores passaram a praticar o cesaropapismo, ou seja, juntar o poder “de César” (temporal) ao poder dos papas (religioso). Resultado: enquanto em Roma viviam os papas sobre os escombros em que se reduziu a cidade, em Constantinopla, o Imperador fazia-se de papa, na pática, pois intervinha abusivamente na religião, enquanto os patriarcas assumiam um segundo plano. Não poderia deixar de parecer bizarro, pois há não poucos séculos atrás, os Imperadores Romanos eram considerados deuses. Agora no oriente se passavam por “vice-deuses”!
Pois então, em razão desta anomalia, havia uma tendência a centralizar a Igreja Universal em torno do lugar onde estava a autoridade política do Basileu, seja fazendo-o exercer diretamente o poder espiritual, seja delegando tal função ao patriarca, que geralmente era criatura sua. Os gregos contavam com o poder do Imperador Romano do Oriente, e tentaram transferir para a “Nova Roma” o poder espiritual, lutando contra os papas da Roma Antiga, e atacando a Tradição, dissimulando ou relativizando a realidade do Primado e da autoridade suprema da Sé Romana em benefício próprio. Assim acabaram separando-se da igreja e formando o cisma grego, arrastando consigo a maioria das igrejas e todos os patriarcados orientais, pois neste tempo estas igrejas eram governadas por gregos postos pelo imperador de Constantinopla e subservientes a ele. Mais tarde o Islã derrubaria Constantinopla.

Os russos, que transferiram sua sede espiritual de Kiev para Moscou, e que tinham forte ligação com os gregos, fizeram uma nova tentativa de usurpação. Segundo eles, assim como Roma e Constantinopla caíram, Moscou seria a terceira e última Roma, que jamais cairia.
O que é falso. O poder político de Roma caiu, mas não a Igreja. Em Constantinopla tudo ruiu, o poder político e a religião, e em Moscou igualmente, quando os comunistas tomaram o poder e decretaram o ateismo oficial.
Mas em tudo isso está implícito o reconhecimento da autoridade e da primazia da Igreja presidida por Pedro, como a Igreja Matriarca de todas as igrejas, tanto em dignidade como em autoridade e direito. Ou não teria porque essa auto-intitulação de “segunda Roma”, ou “terceira Roma”.
A Igreja depois destes cismas não se esfacelou. Um ramo que sai da árvore morre, e a árvore permanece. Os cismáticos orientais, em alguns casos podem ser considerados “igrejas” em sentido lato, por conservarem a fé católica sem ensinamentos falsos, conservarem sacramentos válidos (porém ilícitos). Só neste sentido. Porém, estão desgarrados por sua postura cega. Quem rejeita a Pedro, rejeita a quem o enviou, ou seja, rejeita a Cristo (pois foi Ele quem deu autoridade particularmente a Pedro), ao desprezar a autoridade legítima de seus sucessores. Além do mais, Cristo prometeu que enviaria o Espírito Santo para esclarecer toda a verdade aos apóstolos (Evangelho de São João XV, 26 – 16, 4-5). Isso quer dizer que a Doutrina Cristã não se resumiu às palavras de Cristo (Evangelho de S. João XXI, 25), mas futuramente, a plenitude da verdade cristã seria tornada clara para todos. Por essa razão o passar dos tempos torna mais claros os dogmas da Fé. Coisas que eram admitidas, mas pouco compreendidas em um determinado momento, com a luz do Espírito Santo passam em épocas seguintes a ser melhor formuladas. A Igreja não cria doutrinas, não inventa dogmas, ao contrário: ela conserva o que sempre foi ensinado, e determinados pontos outrora difíceis de ser entendidos, com as luzes do Espírito Santo, posteriormente passam a ser melhor definidos, até que, chegando-se a uma formulação precisa, são solenemente proclamados. As comunidades orientais, ao se voltarem contra a Igreja, perderam de alguma maneira esta cadeia, e terminam engessadas nas verdades que aprenderam até antes da rebelião. O que se segue depois é para eles invisível, pois perdida a luz da Fé, não podem fazer além de repetir o que sempre foi ensinado, mas por outro lado não podem progredir no conhecimento de pontos que naqueles tempos passados lhes eram difíceis, já que saíram do tronco da igreja e por conseguinte, pecam contra a Unidade. Não podem endossar a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem, por exemplo, não porque duvidam ou por desprezo, mas porque perderam vitalidade quando se separaram do tronco comum da Igreja. Nunca mais se registraram milagres incontestáveis nestes ambientes, por exemplo, enquanto até em nossos dias perdemos a conta de quantas conversões e mudanças de vida foram operadas mediante prodígios sobrenaturais, como as aparições de Fátima, a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, a revelação do Sagrado Coração de Jesus, etc etc etc.
Eles estão desgarrados, que voltem à Igreja, que voltem à árvore para não apodrecerem como galhos secos.
Mesmo assim, com o correr dos séculos, várias comunidades orientais refizeram o caminho da unidade, e hoje em dia estão unidas à Sé de Pedro, sem contudo perderem suas identidades (ao menos até pouco tempo costumava ser assim).
Quanto aos protestantes, estão em pior situação. Não conservaram a fé apostólica, nem a maioria dos sacramentos, não podendo sequer ser considerados como igrejas, mas no máximo como comunidades de inspiração cristianizante.

3 – O Concílio Vaticano II termina por ser mais uma prova da origem divina da Igreja: enquanto a maioria dos grupos que optaram por criar dissidências e seitas fora da Igreja terminaram, de uma maneira ou de outra, a mergulhar numa monotonia e num conformismo espiritual que, longe de alimentar seus fiéis, apenas contribuiu para mais divisões internas (com novos “iluminados” que, descontentes da vida de suas comunidades, criaram novas e novas seitas, sempre autoproclamadas tradutoras do verdadeiro cristianismo), a Igreja Católica por sua vez, em todos esses dois mil anos, nunca pôde em um só dia dizer que não registrou tribulação em algum lugar do mundo. Tribulação sobre tribulação, exatamente como deveria ser. Tribulação dos mártires diante do Império Romano, tribulação com as hordas de bárbaros assassinos, tribulação com as nações cristãs que o Islã se apoderou, tribulação com os hereges que chegaram a ser mais numerosos que a própria Igreja (como no caso do arianismo), ou terem tomado almas de Jesus Cristo para dar ao diabo, como os albigenses/cataros que pregavam o suicídio, o aborto e o homossexualismo, tribulação de reis que tentavam dominar ou destruir a Igreja, tribulação de regimes como a revolução francesa que chegou mesmo a aprisionar dois papas, tribulação da parte de cismáticos orientais, como o drama dos católicos poloneses esmagados pelos russos, tribulação da parte dos hereges, como os católicos da Irlanda escravizados pela Inglaterra, tribulação contra o Comunismo que decretou o ateismo, tribulação contra o nazismo, que matou milhares de bispos, sacerdotes, religiosos e pessoas comuns em toda a Polônia, só para citar um exemplo. Tribulação contra os maçons na Espanha e no México, que em plena Roma dos princípios do século XX, organizavam procissões em honra de Satanás.

Naquele dia de 1917, estava também um jovem seminarista polonês na Praça de São Pedro, Maximiliano Kolbe, quando um grupo de maçons – que celebravam os 200 anos da fundação da Grande Loja – abriu uma faixa onde estava escrito: “Satanás reinará no Vaticano, e o Papa será seu escravo“. (A. Socci, Il Quarto Segreto, Rizzoli, quinta edição, Fevereiro de 2007, p. 179).

E faz sentido, porque isso foi dito em Apocalipse…

O quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu sobre a terra, e foi-lhe dada a chave do poço do abismo. E subiu uma fumaça do poço, como fumaça de uma grande fornalha, e escureceu-se o sol” (Apoc. IX, 1-3).

Bem, o que vou escrever agora sobre as duas citações acima (de A. Socci e do Apocalipse) são um raciocínio meu, e não uma interpretação divina ao gosto protestante. Aliás, nem sequer estou me colocando como porta-voz da Igreja, mas como um particular.

Se associo a “estrela caída do céu sobre a terra” como o papa (já que há outras passagens no Apocalipse em que se diz que a cauda do dragão (o diabo) lançou um terço das estrelas ao chão (uma parte dos bispos, do episcopado), então as palavras de Paulo VI tornam-se de certa maneira cumpridoras do que está escrito, pois o mesmo confessou o estado de coisas que se sucederam depois do Concílio Vaticano II: “Por alguma brecha a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus: existe a dúvida, a incerteza, a problemática, a inquietação, o confronto. (Papa Paulo VI, discurso de 26 de julho de 1972).

Com isso estou pregando o fim da Igreja? Ou a derrota de Deus? Ou convidando aos que lêem que fujam? DE FORMA ALGUMA. Ao contrário, está evidente a sua origem divina, a Igreja está SOB ATAQUE. Como católicos jamais poderemos fugir, mas ficar e lutar! Reconhecer o que é católico e defendê-lo das mentiras que tentam vender-nos como catolicismo.

E falando em maçonaria…

Desde o século XIX, descobriu-se na Itália por intermédio de manuscritos, a tática maçônica para destruir a Igreja: já que a perseguição mantinha os católicos ainda mais firmes, então os maçons, afim de destruir a Igreja, optaram por mudarem-na por dentro, através da infiltração. Estava escrito nos planos, e assim fizeram: a estratégia era entrar na Igreja Católica e crescer em quantidade entre os sacerdotes e depois entre os bispos e clérigos de influência, e, pouco a pouco, galgar níveis mais altos, com muita discrição e deixando poucas pistas, sendo ajudados pelos que já entraram, e, com o correr das décadas, inserir costumes e doutrinas por acaso, distraidamente, para não causar reação, e maçonizar a Igreja introduzindo gota a gota, lentamente, suas práticas.
De tal maneira eles ganharam terreno, que pelas décadas de 30 e 40, que quando foram detectados, já eram tantos (fora os não identificados, o que era ainda pior, pois se tratavam de inimigos invisíveis… Quem poderia sair apontando para cardeais e bispos e dizer quem era ou não maçom?), que diante da proposta de reabrir o primeiro Concílio do Vaticano, o cardeal Billot pediu ao papa Pio XI (falecido em 1939) que abortasse a idéia, porque as informações de infiltração de hereges entre os bispos e cardeais já era tanta, que seria um risco abrir um concílio geral, dando oportunidade destes grupos manipularem a opinião geral e fazerem entrar na Igreja procedimentos contrários ao Espírito de Cristo. E o papa acatou, e não convocou o Concílio, por saber desta realidade.
E a infiltração, não podendo ser controlada, aumentou. E os falsos católicos conseguiram através de João XXIII e de Paulo VI, fazer do Concílio Vaticano II o seu palco.
O Concílio Vaticano II foi o paradigma desta invasão: ele não mudou a Igreja do dia para a noite. O trabalho lento da maçonaria e da heresia modernista maçonizou a mente de vastos setores do clero, a tal ponto que hoje em dia nem se faz mais necessária nenhuma infiltração maçônica. Os seus ideais no seio do catolicismo se espalharam com tanta força, que a grande maioria dos católicos se tornou uma espécie de maçonaria sem avental. E com eles, a grande maioria do clero.
Assim se cumpre mais uma vez o que Nosso Senhor revelou: a paixão da Sua Igreja é inevitável, porque se Cristo passou por Sua Paixão antes da Glória, a Igreja também necessita passar por esta provação antes da vitória final.
“Se o mundo vos odeia, sabei que ele me odiou antes que a vós” (S. João XV, 18). Para quem vê bilhões de pessoas no mundo declararem-se católicas, a realidade é muito diferente. O que sobrou dos católicos depois desta destruição é um pequeno rebanho. A Igreja existe, não acabou, nem poderá acabar antes do fim dos tempos, pois Cristo assim prometeu, só que, por baixo das aparências de uma enorme instituição, há mais vestígios do que realidade. Se considerarmos que católicos são cristãos que crêem na totalidade da doutrina católica e a praticam, ou ao menos a defendem, o que sobra, então? O pensamento liberal minou a maioria das pessoas, hoje em dia quase todos os que se dizem católicos na verdade escolhem o que querem crer e praticar da fé católica. Se dizem católicos em teoria, mas na prática deixaram de ser, ainda que batam ponto todo domingo nas igrejas, ou mesmo que se tornem padres ou bispos, ou algo maior que isso. Se não crêem em tudo o que a Igreja ensina, são qualquer coisa, menos católicos.
Neste mundo que prepara a chegada do anticristo, onde o pecado é encorajado em toda a parte e os poucos que se opõem são execrados pela opinião pública, se a Igreja Católica fosse realmente uma falsa religião, porque ela estaria mergulhada em uma crise tão aguda? Não faz sentido.
As Sagradas Escrituras dizem que antes do Juizo Final, o anticristo surgiria e atrairia muitos para o seu seguimento. Se a Igreja Católica é falsa, ela deveria preparar a vinda do anticristo, e ao contrário de perder fiéis, deveria estar conquistando cada vez mais pessoas para combaterem contra os verdadeiros cristãos.
Mas vocês mesmos, protestantes, se vangloriam que a fé católica perde seguidores. Que serva do anticristo mais fajuta seria essa, que vem diminuindo a olhos vistos em toda parte?
E por outro lado, vocês podem dizer que o encolhimento da Igreja trouxe um mundo melhor? As pessoas de agora estão melhores do que no tempo em que a Igreja Católica reinava absoluta e tinha influência em toda parte?
Claro que não. É evidente que os dias de hoje estão muito piores do que ontem. Nunca se registraram tantos abortos, tantos divórcios, tantos homicídios por motivos banais, tanta promiscuidade, tanto ódio a Jesus Cristo e aos símbolos do cristianismo, tanto desprezo do cristianismo pelos governos.
Aí aparece o papa e faz uma visita. Atrai milhões. Vocês acham mesmo que são milhões de almas católicas que praticam a fé católica? Claro que não, a grande maioria é católica de nome, foram lá ver um evento, tirar fotos para postar na internet, ver um pop-star, um famoso.
Se 3 milhões de católicos no Brasil seguissem a doutrina católica, o país seria outro.
O século XX ergueu uma falsa igreja sobre os escombros da verdadeira Igreja. Mas a Igreja Católica, que não é medida em números, porque trata da salvação das almas, ao invés do censo demográfico do IBGE, essa Igreja não pode acabar, não por mim ou por homem algum, somos traidores e inconstantes, mas porque Cristo prometeu a Pedro que as portas do Inferno não prevaleceriam.
Veja bem: as portas do inferno se abririam sobre a Igreja de Deus. Mas não prevalecerão, ou seja, não terão o triunfo final.
Mas o que restou do catolicismo é hoje em dia tão pouco, que se não fosse triste, seria consolador, pois “Nolite timere pusilus grex”, não tema pequenino rebanho, recomendou-nos Nosso Senhor.

O Concílio Vaticano II não apenas separou um grupo. Ele foi o coroamento da maior crise jamais registrada na história da Igreja, porque introduziu nas mentes das pessoas o vírus do liberalismo, que faz com que os católicos coloquem Deus em segundo lugar. A maior tribulação de todos os tempos contra a Igreja não foi a crise protestante, nem contra nenhum inimigo externo. Estamos hoje vivendo a maior tribulação da história da Igreja. Para a maioria dos batizados é uma crise de paradigmas. Existencial. Uma crise de quem perdeu o rumo, que não sabe quem é, nem para onde vai, e porque está aqui. É uma crise interna que foi produzida pela maçonaria, que aproveitou-se da tibieza dos cristãos, que dormiram ao invés de vigiar, e introduziram na cidadela da Igreja um autêntico cavalo de Tróia, que ao invés de fazer guerra externa contra a Igreja, destroem suas defesas por dentro.
E qual religião no mundo pode, em tom sincero dizer que é alvo de tantos ataques ao mesmo tempo? Além dos piores inimigos que temos, que são os internos que ergueram a falsa igreja, e os externos? Se aposentaram? Temos a mídia, os protestantes, os espíritas, os pagãos, os cismáticos, os judeus, os muçulmanos, os ateus, gayzistas, comunistas, abortistas, feministas,liberais, etc, etc, etc, etc…
Multidão.
Nenhuma religião jamais terá um décimo sequer de tantos inimigos prontos a destruí-la. Nem mesmo as que se dizem cristãs, nem mesmo as que dizem “Senhor, Senhor”, porque uma vez que saíram da religião verdadeira, passaram a se condenar por si mesmas, se tornaram “cartas fora do baralho”. O Diabo não precisa atormentá-las, porque já fazem o seu jogo. Vejam como vocês podem crescer à vontade pelo país, sem nenhum obstáculo. Qualquer garagem pode virar uma pseudo-igreja, que vai encher sem dificuldade, não pagará impostos e trará rendimentos… Caminho fácil… Se fossem verdadeiros, não seriam deixados em paz pelo mundo. Não seria tão suave assim…

4 – O governo da Igreja por seus membros é nada mais nada menos do que a mesma hierarquia presente desde que Nosso Senhor Jesus Cristo caminhava sobre a Terra. A hierarquia já era visível desde o Sermão da Montanha, onde o Evangelho disse que Jesus Cristo subiu para pregar, e logo abaixo dele estavam os apóstolos, e mais abaixo, os tantos e tantos discípulos que formavam o povo que ali estava. Como uma pirâmide. Cristo em Primeiro e no topo, seus doze Apóstolos que receberam dEle o poder e a autoridade de governar, logo abaixo, e na base os discípulos homens e mulheres, que são o povo.
O próprio novo testamento já trata da hierarquia da Igreja, enumerando antes de tudo os bispos, sucessores dos Apóstolos, os Presbíteros, instituídos pelos Apóstolos para o serviço do povo, e os Diáconos, instituídos para o auxílio dos Presbíteros. E Pedro foi o bispo entre os bispos que Cristo chamou à parte e o fez “A Pedra que edificará a minhA Igreja”.

5 – Muitos bispos que eram Católicos se separaram de Roma… E deixaram de ser católicos, ou Roma deixou a confusão e voltou à normalidade. Os bispos são pessoas de carne e osso, e tal como eu ou você, jamais foram abandonados por Deus, que dá graças suficientes para que todos se salvem. Porém, se alguns bispos se cansaram da Sã Doutrina e fundaram seitas, separando-se da Igreja, zombaram da Graça Divina e se condenaram por suas próprias obras. Santo Atanásio dizia que o inferno estava pavimentado de crânios de bispos. Quanto ao papa, apesar de ser o bispo dos bispos, ele também é um homem de carne e osso e também comete erros. Não é um semi-deus.
Cristo prometeu assistir a Sua Igreja. O papa, assim como cada um de nós, recebe de Deus graças suficientes para se salvar, e no caso específico, o mesmo recebe graças pra governar a Igreja e apascentar as ovelhas, confirmando as verdades de fé sempre ensinadas ou definindo verdades mal-compreendidas. Deus não força a ninguém, nem mesmo força o papa a agir contra sua própria vontade, ainda que isso signifique nem sempre conduzir adequadamente a Igreja. Nos tempos de Santo Atanásio – assim como nos nossos – o papa da época, por sua culpa, prejudicava a Igreja, e o santo, diante disso, resistiu em face do papa, mas de forma justa, assim como um bom filho resiste a uma ordem pecaminosa de seu pai, mas nem por isso ergue a mão contra ele, como um malfeitor. Depois que as coisas voltaram aos seus lugares, anos depois, com a morte deste mal papa, um outro foi eleito, e restabeleceu a ordem e a justiça, reconhecendo a bravura de Atanásio e condenando o antigo papa por prejudicar a Igreja. E que há de novo nisso? Por acaso São Paulo não se opôs ao primeiro papa, São Pedro, nas questões judaicas? Ele não se rebelou nem fundou uma facção, mas naquele momento demonstrou que, apesar de estar diante do chefe dos apóstolos, deveria obedecer antes a Deus do que aos homens, MAS DE MANEIRA A NÃO ARRUINAR A UNIDADE. E assim o papa São Pedro, dócil ao Espírito Santo, reconheceu seu equívoco e tudo se ajeitou. Aliás, o fato de Nosso Senhor ter colocado o apóstolo São Pedro acima dos outros em autoridade e liderança jamais significou tirar do mesmo sua liberdade de escolher entre o bem e o mal. O seu cargo de chefe dos apóstolos o impediu de negar o Mestre por três vezes? NÃO. Mas demonstra como a Sabedoria de Deus quis que os homens se salvassem ajudando-se mutuamente, e ensina também que apesar da Graça Divina às vezes permitir elevar os homens a altos postos, nem por isso os homens perdem sua liberdade, ainda que abusem dela pecando contra o mesmo Deus que tanto fez/faz por eles…

6- Eu nada tenho contra os carismáticos, tenho contra o carismatismo que é doutrina protestante insuflada na Igreja pelos mesmos infiltrados que há mais de 100 anos vêm envenenando os católicos por dentro. O que odeio é exatamente o que há de protestante no carismatismo: a ESSÊNCIA. Como católicos, não negamos os carismas nem os milagres de Deus. Só que os dons de Deus não são para shows de mágica. Em toda história católica, desde o Pentecostes até o correr dos séculos, todas as vezes que milagres como o falar em línguas, a cura, ressurreição de mortos e outros fenômenos aconteceram, os maiores frutos jamais foram estes prodígios em si, mas o que se operou na vida das multidões que estiveram presentes. O Amor de Deus é tão fecundo, que os verdadeiros milagres diante desses eventos eram os frutos operados: as pessoas que, diante da evidência do desejo de Deus em delas se aproximar, amoleceram seus corações para a graça, passaram naquele momento a entregar-se de boa vontade a Deus, e a renunciar ao pecado, por amor ao mesmo Deus.
Os ambientes carismáticos e protestantes não produzem isso. Estes fenômenos caem no vazio, porque o espírito é outro, é de exibicionismo, é de vanglória por se sentir agraciado por manipular fenômenos, ou seja, pelos maus frutos se vê que, longe das pessoas que a isso assistem sairem determinadas como os três mil cristãos batizados depois que o Espírito Santo desceu sobre Nossa Senhora e os Apóstolos, não se converte ninguém. Há muito barulho, muito contorcionismo, muita confusão, gente desmaiando, euforia, gritaria, mas depois cada um volta para suas casas, viver suas vidinhas medíocres… Se tantos ambientes pentecostais ou que se dizem católicos carismáticos diariamente registram tantos batismos “no espírito”, onde estão estes FRUTOS na sociedade?
Receio que o espírito que os move e os faz estribuchar no chão é outro espírito, e de divino não tem nada…
Um cristão pensa como um cristão, se veste como um cristão, fala como um cristão, vive como um cristão. Nestes ambientes se vê um liberalismo enorme, aderem facilmente aos valores e às modas do mundo. Mundanizam tudo, mundanizam a fé, usam o Santo Nome do Senhor para justificar a tudo, fazem raves cristãs, cristotecas, trios cristãos, rap cristão, forró cristão… Como li um comentário uma certa vez, daqui a pouco farão bordeis cristãos.

7 – Se no Vaticano existem clérigos, sem importar o prestígio e a alta posição ocupam, que porventura dissimulem ser homens de Deus e secretamente praticam a abominação, antes de tudo, recorde que no Antigo Testamento, a visão do profeta Ezequiel revelou como no seio da religião judaica – na época a única e verdadeira religião instituída por Deus – os altos sacerdotes do templo de Jerusalém foram vistos – praticando idolatria a DENTRO DO PRÓPRIO TEMPLO, secretamente. Ao passo que, para o povo, se comportavam como levitas piedosos, tementes a Deus, mas em segredo não apenas praticavam a idolatria, como faziam a imundície dentro do Templo de Salomão, reservado ao Deus Verdadeiro. Renegaram a Deus em segredo, e em público fingiam-se adoradores dEle.
Como castigo, Deus permitiu o Cativeiro da Babilônia.
Mas isso de maneira nenhuma invalidou a religião judaica naquele momento. A religião judaica foi superada com a vinda do Messias, e não por causa da traição de seus líderes humanos.
Meu caro, se você realmente crê que se pratica satanismo no Vaticano, você há de convir que se isso realmente ocorre é SECRETO. Ninguém mostra isso em público. E se você crê realmente que em um ambiente que se diz cristão os seus mais altos sacerdotes em segredo idolatram a Satanás, pode preparar a sua conversão: porque se uma instituição sobrevive a uma sabotagem deste quilate, é prova de que não são os homens, mas Deus quem a sustenta.
Satanás não precisa ser idolatrado. Ele se contenta em tirar os homens de Deus através do pecado.
Se a religião católica fosse falsa, o demônio a deixaria em paz, bem conceituada aos olhos dos homens, sedutora em atrair muitos adeptos.
Mas se há homens empenhados em praticar satanismo em seu seio, é porque sabem que ela é verdadeira, e por isso a sabotam, exatamente para atingir a Deus.
E não digo com isso que você deve se tornar católico para ir se misturar a essa gente. Ou você julga que eles são a Igreja?
***
Cristo prometeu aos seus seguidores neste mundo algumas coisas que ninguém hoje em dia se dispõe.
Ele prometeu que faria o filho ficar contra o pai, prometeu que os seus seriam perseguidos, odiados, desprezados.
Prometeu nesta vida apenas tribulações, cansaços, incompreensões, traições. Cristo veio como homem, praticou a castidade e em tudo foi igual aos outros homens, exceto no pecado. De nós só recebeu acusações, calúnias, desprezos, ódio, indiferença, pancadas, flagelos, uma esponja de vinagre para beber e uma lança que lhe perfurou o lado.
Mesmo os seus apóstolos e discípulos nem sempre foram impecáveis. Se os líderes católicos fossem unanimemente santos, eu teria mais dúvidas de que a Igreja é verdadeira do que o contrário. Existem sempre muito menos homens santos do que homens ruins, porque sempre foi assim, porque Deus não impõe o Amor, Ele dá a Graça, mas cabe o homem acolhe-la ou desperdiçá-la. E a porta da salvação é estreita, e poucos a trilham.

8 – Você diz que só alguns cardeais são maçons? Quem dera fossem apenas alguns deles… Não digo que todos são. Mas estranho seria se todos fossem fiéis. Se entre os doze apóstolos que conviviam do lado de Nosso Senhor, que ouviam a sua voz, comiam e bebiam com ele, houve quem o atraiçoasse, se Judas olhou nos olhos de Nosso Senhor e teve a coragem de traí-lo, você acha realmente impensável que cardeais não façam o mesmo, ainda pior agora, que não vêem a Deus face a face, como os Apostólos viram?

10 e 11 – João Paulo II fez essa e muitas outras coisas piores, não precisa apontar eu mesmo poderia enumerar vários de seus escândalos públicos, pois o que não me faltam são fotografias deste que segundo parece será CANONIZADO, declarado santo… Bem, um dia o DONO da Igreja voltará, e teremos a prestação de contas, para que esta bagunça seja esclarecida.
João Paulo II era papa, sucessor do Apóstolo Pedro. Mas eu respondo sua pergunta com outro questionamento: porque Pedro que conhecia e andava com Nosso Senhor Jesus Cristo, Deus eterno encarnado no tempo e feito Homem, porque Pedro teve a coragem de dizer acerca de Jesus Cristo “Não o conheço”?
Você percebe a gravidade? Olhar para Deus frente a frente, e renegá-Lo na primeira esquina? Pedro não ouviu falar em Deus, ele VIU DEUS ao ver Jesus, porque Cristo É DEUS. E ele disse três vezes, TRÊS VEZES “não o conheço! Não tenho parte com este homem!”. Porque ele fez isso?
Porque ele é da mesma matéria que eu e você. Porque ele é humano e fraco. Porque pagou o Amor de Deus com covardia.
Deixe-me contar algo: o ecumenismo de João Paulo II quase me tirou da Igreja, porque eu era adolescente e ignorante. Li e vi a foto do Encontro de Assis numa publicação das testemunhas de Jeová, com João Paulo II misturado no mesmo nivel que as falsas religiões, como se Cristo fosse um produto de pratileira de supermercado, do lado de Buda, Brama, etc. E o escândalo de ver o representante da fé verdadeira misturado com as falsas religiões por pouco me levou a um caminho de perdição. Poderia estar agora desviando inúmeras almas por aí com as heresias das testemunhas, que por exemplo negam a divindade de Cristo, a Santíssima Trindade, o Inferno, fora suas adulterações e desfalques do texto bíblico, etc etc. Mas hoje percebo que Deus permite que nós católicos nos enforquemos com nossas próprias cordas, porque se fôssemos mais fiéis entenderíamos as tribulações como um sinal de predileção divina, e não como uma razão para nos afastarmos de Sua Igreja. VOU ME ESCANDALIZAR COM JOÃO PAULO II PARA QUE? Se já tenho espelho em casa, é motivo suficiente para viver com a cara “no chão”.

12 – O que a Igreja fez nas duas guerras? Antes de tudo, saiba que o único papa incontestavelmente santo em todo o século XX foi São Pio X, morto em 1914, meses antes de dos acontecimentos que deflagraram a guerra. Este papa, ao ser visitado pelo embaixador brasileiro que dele veio para despedir-se e entregar suas credenciais, antes de voltar para o Brasil, disse ao mesmo que era “bem aventurado porque estando no Brasil, não presenciaria a grande ruina com que a guerra castigaria a Europa”. E ele previu isso num momento em que não haviam sequer motivos para se iniciar a guerra…
Seu sucessor Bento XV manteve a Igreja neutra, sem tomar partido de qualquer dos dois lados do conflito, até o fim da guerra em 1918. Mas o que você acha que a Igreja lucrou com estes conflitos? A morte de milhões de católicos de ambos os lados? a destruição de cidades inteiras, o que também destruiu mosteiros, igrejas, hospitais católicos, colégios?
E a segunda guerra? O que trouxe de benéfico para a Igreja? Destruição? Escombros? A União Soviética atéia e comunista, que no pós-guerra transformou todo o leste europeu em uma cortina de ferro de países socialistas e anticristãos? E antes? Você tem noção do que os nazistas fizeram contra os católicos da Polônia? Quantos bispos, padres, freiras, fiéis foram mortos? Quantas igrejas foram profanadas, transformadas em estábulos, em oficinas e coisas do tipo?
Quando Hitler invadiu a Holanda, os protestantes holandeses que eram hostis ao regime, ao ver o país dominado correram do confronto, enquanto só os bispos católicos mantiveram-se contra os nazistas de forma pública.
Muitos bispos católicos apoiaram Hitler, é verdade.
Assim como é verdade que outros, como o arcebispo católico Clemens von Galen, moravam dentro da Alemanha de Hitler e eram abertamente opositores de seu regime assassino e pagão, não se calando contra os crimes nazistas e protestando alto e publicamente, tendo a vida muitas vezes ameaçada.
Censura-se o papa Pio XII por ter sido omisso ou conivente com o nazismo.
Mas porque ninguém fala que, quando o cardeal de Viena, simpático aos nazistas, cumprimentou-os dizendo “Heil Hitler” publicamente, e por isso foi chamado ao Vaticano e obrigado a voltar a Viena, assinando um documento renegando seu apoio, condenando o nazismo, e por causa disso sendo tão odiado pelos nazistas, que depois teve sua residência assaltada pelos nazistas que tentaram agarra-lo por sua “traição”?
O que Pio XII poderia fazer contra nações governadas por psicopatas armados? O Vaticano fica no centro de Roma, capital da Itália, governada pelo aliado de Hitler, Mussolini. O que restava ao papa fazer? Quantos exércitos e quanta munição tem o papa? O que faria? chamaria Hitler para a briga? E quando a mídia se queixa que o Vaticano fez pouco pelos judeus (aliás, o que tem o Vaticano a ver com os judeus? Engraçado como para essas horas a malícia farisaica sabe lembrar da Igreja Católica… Porque ninguém cobra “serviço” dos luteranos, dos batistas, dos presbiterianos, dos anglicanos, dos cismáticos orientais? Talvez porque no fundo o mundo saiba que a única Igreja Verdadeira é a católica, e as demais são apenas versões falsificadas, que só servem para competir).
Pois Pio XII, tão maltratado pela mídia mundana, não poderia fazer além do que as circunstâncias lhe permitiam. De que valeria provocar a ira de Hitler, cujas tropas já ocupavam Roma, e desfilavam diante da fronteira com o Vaticano o dia inteiro? Ele só pôde fazer o trabalho do bom samaritano. Pio XII foi responsável direto pela salvação de milhares de judeus, especialmente os de Roma, porque o papa deu ordem aos mosteiros e a todas as casas católicas que escondessem o máximo de judeus possíveis. E muitos se esconderam dentro do Vaticano, e não foram aprisionados por ser justamente o Vaticano uma nação soberana. Muitos se esconderam também em Castel Gandolfo. E houveram casos de conversão, como a famosa conversão do rabino de Roma, Israel Zolli, devido muito por causa do testemunho dos católicos e do papa Pio XII em proteger estes homens e mulheres que se negavam a aceitar o Messias Jesus Cristo. Procure saber sobre o grão-rabino Israel Zolli, convertido ao catolicismo e que depois até as seitas protestantes tentaram seduzir, por causa de sua fama de excelente conhecedor do antigo testamento, fora as humilhações e perseguições que sofreu da parte dos judeus, que tentaram suborná-lo a apostatar até mesmo em troca de dinheiro.

Sim. Contra fatos não há argumentos.
Obra humana é – ao contrário da ordem de Jesus Cristo de que todos sejam um – por causa de escândalo farisaico, afastar-se da Igreja.
Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a MinhA IgrejA, e as portas do Inferno jamais prevalecerão. Dar-te-ei as chaves do Reino dos Céus, o que atares no céu será atado à Terra, o que desatares no Céu será desatado na Terra.
Só existe um Deus, uma fé, um batismo. Deus disse que edificaria a Sua (única) Igreja. O resto, são o que você mesmo disse: obras humanas que serão aniquiladas.
Não estou condenando ninguém ao inferno, mas reitero que os sistemas religiosos, inclusive os que se dizem cristãos, exceto a Igreja Católica (que não é essa religião liberal que se passa por católica) são todos falsos, e não podem agradar a Deus. Quanto à intenção das pessoas, não pretendo nem desejo sondar os corações. Deus conhece os seus.
Se tenho certeza de minha salvação?
Sou católico.
Ao contrário das muitas heresias protestantes, como a dos calvinistas que defendem a predestinação, ou Lutero que dizia que a fé passa por cima do pecado, e que não importa que se peque, desde que se confie fortemente em Deus, a salvação se dá, ainda que sem remissão dos pecados. não, não tenho certeza. Nem posso
Não é doutrina católica ter CERTEZA da salvação.
Veja o que diz a Sagrada Escritura:
“O homem não sabe se é digno de amor, se de ódio” (Ecletes, IX, 1).
A certeza que tenho é a de que É PECADO MORTAL julgar-se salvo. É presunção, e é tese herética condenada pelo concílio de Trento.
Ao contrário: a respeito disso a Sagrada Escritura traz luz à questão: “Eu lhes tornarei segundo as suas obras e segundo os feitos de suas mãos” (Jer. XXV, 14).
Como católicos, esperamos nos salvar através da Fé e das obras, mas a salvação em si é uma prerrogativa divina, Deus nos salva segundo a Sua Misericórdia. Ter certeza da salvação é pecado contra o Espírito Santo. Se eu agora digo que minha salvação é certa, então consequentemente não importa o que vier a fazer depois, estou salvo, posso pecar, posso deixar Deus de lado. Não, sei que mereço o inferno por meus pecados, mas espero em DEUS a graça de me emendar e que Sua misericórdia me livre de perecer eternamente, não por meus méritos, mas por sua benevolência.
E o Purgatório só pode ser chamado de invenção medieval por quem não tem a luz sobrenatural da Fé, e que julga que os homens que morrem pecadores e vão todos ao inferno, ou morrem tão extremamente puros, que vão direto ao céu. Diante de Deus ninguém se aproxima impuro ou imperfeito. É lógico que se pode admitir que há pessoas que morrem imperfeitas demais para estar diante de Deus, e justas demais para merecerem o inferno. A bíblia não usa a palavra Purgatório, então vocês simplesmente descartam essa realidade. Pois em toda a Bíblia você não encontrará a ordem “para o ser humano se salvar, deverá ler a Bíblia”, e no entanto vocês a lêem. Não está em parte alguma da Bíblia a passagem que diz “A Bíblia Verdadeira possui os livros Gênesis, êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio…” e no entanto vocês admitem a maioria dos livros que compõem a Bíblia. Isso porque, embora não queiram admitir, a Bíblia toda é verdadeira, mas nem tudo o que NÃO ESTÁ na Bíblia é simplesmente FALSO.
Paro por aqui.

Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
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6 respostas para Desafio protestante

  1. Bruno, maravilhosa resposta, Deus lhe pague! Espero que possa ajudar a esse protestante e a outros que andam no caminho da perdição. Para todos eles, eu digo, com muito amor:

    FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO!

  2. Isayas disse:

    O PROTESTANTISMO: UMA DAS RAMIFICAÇÕES DA “DITADURA DO RELATIVISMO”
    Lutero, fundador do protestantismo foi vinculado aos Rosacruzes e, para abrigar-se de crime cometido contra colega, por inveja, entrou no seminário para não ser condenado; ordenou-se sem vocação e de imediato caiu em adultério, chegou a possuir três amantes e, para safar-se, tentou abolir o celibato na Igreja; até seus símbolos iniciais assemelham-se aos maçônicos ao começo de suas ações como sectário. Consta nos anais históricos que, à sua morte, por ter suicidado, apresentava visual horripilante de manhã e enterrá-lo foi muito difícil, pois exalava de imediato de seu corpo desfigurado um odor muito fétido.
    Atualmente, como o protestantismo, há outras várias sociedades secretas e a Internacional Socialista, representadas também por partidos socialistas-comunistas e seitas evangélicas suas seguidoras relativistas acossando a Igreja, infiltrando-a na tentativa de a implodir, maquinando multi inverdades na mídia: como falsas montagens envolvendo o S Padre; são os comparsas de Satanás a seu serviço.
    Há evangélicos que admitem que pastores pertencem às sociedades secretas e até ligações com os marxistas e maçônicos, pois alguns admitem o aborto, como a IURD Edir Macedo, do PRB base de apoio do marxista PT, combatem-se ferozmente entre si, também teriam muitos deles elos com outros grupos maçônicos. A Igreja Católica penaliza com excomunhão a quem se associar à maçonaria, por apostasia.
    Disso conclui-se que o embasamento sobre o qual se apoiam os pretensos evangélicos são extremamente frágeis e inseguros – seitas de cristianismo de fachada existentes por aí, abocanhando-se mutuamente por graves acusações – confira-o no You Tube – e arrebanhando os católicos desinformados ou deformados, apenas de tradição, a maioria, subvertidos por vigaristas evangélicos experts em artifícios de retórica religiosa, hipnotismo grupal e lavagem cerebral.
    Acrescente-se a isso que quase todas igrejas evangélicas assemelham-se a centros espíritas, com cenas de exorcismo de supostos maus espíritos e malefícios, baixas de “entidades curadoras e libertadoras”, assim como ações para turbinar a vida financeira, situações de transe em histeria generalizada no salão onde se efetuam as reuniões, em nada se diferindo dos “terreiros de umbanda”.
    Aliás, por citar o pentecostalismo protestante é bom frisar que os grupos ´”auês” RCCs praticantes desses cultos assemelhados aos protestantes – talvez quase todos – configuram como praticantes do neo pentecostalismo dentro da Igreja Católica, não passando de protestantes disfarçados de católicos.
    A religião professada por supostos evangélicos não possui nenhum embasamento teológico, ao contário, meras sociedades de cultura religiosa entre conhecidos – aparentes amigos – onde cada um é o auto intéperprete e pastor, e o suposto pastor tem todos seus ensinamentos monitorados por cada um, sujeitos ou não à aceitação, tudo dentro do mais absoluto relativismo bíblico-teológico; um aglomerado de pessoas, massa disforme, ultra relativistas e que se criticam mutuamente, hereges acusando-se mutuamente de heresia…
    Conheço caso pessoais de ex católicos que bandearam para as seitas e receberam, segundo eles, a visita do “mestre” à noite e que lhes garantiu agora estar na “verdadeira igreja”. Confira 2 Cor 11,14,: Não é de se estranhar! Pois o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz.
    Quem compartilhar das práticas dos rebeldes fideístas filhos de Lutero, apoiar os socialistas-comunistas com quem tanto se adaptam, com voto às eleições, em geral aliados, é agregar-se antecipadamente na agenda de Satanás, principalmente se ex católico aderido ao relativismo protestante.

  3. Daniela Oshiro disse:

    Parabéns, muito instrutivo. Estou encaminhando aos amigos.

  4. Pe. Dom Columba de Gethesemani disse:

    Queima esse herege protestante filho de lucufer. Queima!

    • Não é para tanto, o homem está em erro, mas não se sabe por qual motivo. Pode laborar em erro por não ter tido a chance de conhecer a Verdade, ou por ter sido educado no preconceito ao catolicismo, ou mesmo pode ter sido um dos milhões e milhões de católicos que perderam a Fé por fragilidade, ao se depararem com este simulacro de religião que se espalha por aí ser a religião católica. Antigamente o estado queimava os heréticos pois esta era a pena governamental para quem falsificava a fé e levava as almas para o inferno. A Igreja julgava se o que os indivíduos andavam propagando condiziam ou não com a doutrina cristã sempre ensinada de geração em geração. Mas nunca coube a ela punir diretamente os condenados com a morte. Tanto que em uma quantidade imensa de casos, os formalmente condenados poderiam pagar suas penas através de penitências, peregrinações, ou medidas educativas com vistas a fazê-lo repensar seus pontos. Tenho dó dos hereges de hoje, porque é muito difícil conhecer a verdade católica no dia-a-dia de nossos tempos. A maioria das Igrejas que se dizem católicas, quando as pessoas se aproximam em busca do pão da verdade, só recebem em troca pedras e serpentes… Recebem maus conselhos, se dirigem aos Sacramentos sem saber o seu significado, por negligência, participam de abusos, são levadas a deturpar a realidade da Santa Missa, a conceber uma imagem de Deus sem justiça, conivente com tudo, são levadas a achar que todo mundo vai pro céu, que não existe inferno ou que nele quase ninguém vai, etc etc etc etc etc etc. Rezemos pelo pobre homem, porque as almas são preciosas, afinal foi por todos que Nosso Senhor padeceu e morreu… Embora nem todas as pessoas aceitem este sacrifício, condenando-se voluntariamente em razão disso…

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