Sétimo Sacramento: o Matrimônio

É da máxima importância para todos conheçam a doutrina católica sobre o matrimônio.

Da boa recepção do matrimônio depende o bem-estar dos indivíduos, da família e da sociedade.

O Matimônio é o Sacramento que estabelece uma santa e indissolúvel união entre o homem e a mulher, e lhes dá a graça de se amarem mutuamente e de educarem cristãmente seus filhos.

Deus instituiu o matrimônio no princípio do mundo, quando creou Adão e Eva. Após ter creado Adão, disse N. Senhor: “Não é bom que o homem esteja só; façamos-lhe um adjutório semelhante a ele“. Infundiu, pois, o Senhor Deus um profundo sono a Adão, e, quando ele estava dormindo, tirou-lhe uma costela de que formou a mulher, que chamou Eva, e apresentou-a a Adão.

E Deus os abençoou e disse: “Crescei e multiplicai-vos e enchei a terra“.

O fim primário do matrimônio é a procriação e educação da prole; o secundário é o mútuo auxílio e o remédio para a concupiscência.

O Matrimônio foi elevado por N. S. Jesus Cristo à dignidade de Sacramento. Ele representa a indissolúvel união entre Jesus Cristo e a Igreja, sua Esposa e nossa carinhosa Mãe.

Os ministros do matrimônio são os mesmos esposos que o contraem.

Os noivos, ao receberem este Sacramento, devem achar-se em estado de graça.

Recomenda-se muito encarecidamente que se preparem a este importantíssimo ato com uma boa confissão e fervorosa comunhão.

Recebe-se, este Sacramento, expressando o mútuo consentimento na presença do próprio pároco (mas no caso dos noivos não pertencerem à mesma paróquia, têm preferência o pároco da noiva), ou do Ordinário do logar, ou de um sacerdote autorizado pelo pároco ou pelo Ordinário e de duas testemunhas.

Sendo possível, o matrimônio deve celebrar-se pela manhã, com a Missa especial, própria dos Esposos.

A festa de núpcias deve ser tão honesta que a ela possam assistir, como outrora, às bodas de Caná de Galiléia, Jesus e Maria. Longe, portanto, toda a diversão e conversa que desdigam com a presença de tão augustas pessoas.

Antes de casar-se é preciso pensar muito; pois de um bom ou mau matrimônio, depende quasi sempre a felicidade ou desgraça nesta vida e na outra.

Os noivos para não errarem em cousa de tamanha importância e para receberem com fruto o Sacramento do matrimônio, devem:

1º Encomendar-se de coração a Deus para conhecerem a sua divina vontade e obterem as graças que são necessárias para cumprir os deveres deste estado.

2º Consultar os próprios pais, antes de fazerem a promessa de casamento, como o exigem a obediência e o respeito que lhes é devido.

3º Evitar, enquanto noivos, toda a familiaridade perigosa, tanto no trato como nas palavras.

Quem resolve casar-se, deverá ter os seguintes fins:

1º Fazer a vontade de Deus, que o chama para um tal estado.

2º Conseguir neste estado a santificação da própria alma.

 

Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
Esse post foi publicado em Uncategorized e marcado . Guardar link permanente.

2 respostas para Sétimo Sacramento: o Matrimônio

  1. Felipe Melo disse:

    Salve Maria! O Título do texto não deveria ser Sétimo Sacramento?

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s