Absolvição

Os confessores devem dar a absolvição somente àqueles que julgam bem dispostos para recebê-la.

Os confessores não só podem, mas devem devem diferir ou negar a absolvição em certos casos, para que não seja profanado o sacramento.

Deve-se negar a absolvição àqueles que não querem cumprir alguma obrigação grave.

Cristo dando sua benção. Hans Memling, 1478

Convém, às vezes, diferir a absolvição aos que, embora pareçam arrependidos, não se emendam, mas voltam logo a recair nos mesmos pecados.

O pecador a quem se difere ou se nega absolvição não deve desesperar-se, nem afastar-se da Confissão, mas sim humilhar-se, reconhecer seu deplorável estado e aproveitar os bons conselhos que lhe deu o confessor para, desta maneira por-se quanto antes em estado de merecer a absolvição.

É cousa muito boa rezar alguma vez pelo confessor.

O ofício de confessor é muito difícil e de grande responsabilidade.

Dizia São Francisco de Sales: “Não são mártires aqueles tão somente que confessam a Deus diante dos homens, mas também são mártires os que confessam os homens diante de Deus“.

Peça-se a Deus a graça de encontrar um confessor piedoso, douto e prudente, e de saber seguir sempre seus conselhos.

Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
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