Necessidade da dor

Dos cinco requisitos para fazer uma boa confissão, o mais necessário é a dor.

Sem dor não há perdão de pecados.

Em alguns casos, como em um naufrágio, em uma batalha, etc., perdoam-se os pecados sem o exame de conciência, sem a confissão integral, sem a satisfação; sem dor, porém, os pecados jamais se perdoam.

Eis porque, quando há um enfermo em estado grave, não se deve esperar que perca o conhecimento para receber os auxílios espirituais, pois que, sem conhecimento não pode arrepender-se, e sem arrependimento não há perdão de pecados.

Quando nos confessamos devemos procurar com grande empenho ter verdadeira dor dos pecados.

Devemos ter dor de todos os pecados mortais.

Quem se confessa só de pecados veniais, deve ter dor ao menos de algum; pois, se não tivesse dor de nenhum, a confissão seria nula. E a confissão nula por negligência plenamente advertida do penitente, seria um grave sacrilégio.

É cousa muito boa fazer a miúdo o ato de contrição, especialmente:

1º antes de dormir.

2º quando se tem a desgraça de cair em pecado mortal ou se duvida de tê-lo cometido.

3º em perigo de morte.

Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
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