Necessidade da Confissão

Os Santos Padres chamam à Confissão “segunda táboa de salvação, depois do naufrágio” por meio da qual deve salvar-se todo aquele que tiver perdido a inocência batismal. 

Quem cometeu pecado mortal, depois do Batismo, não tem outro meio para salvar-se fora da Confissão; salvo se não se puder fazer, porque então supre o ato de contrição perfeita com o desejo sincero de a fazer.

Ainda que se chorem amargamente os próprios pecados, que se dêem todos os bens aos pobres e que se faça toda espécie de boas obras, sem a Confissão não se obterá o perdão.

Há obrigação de se confessar;

1º para cumprir o preceito pascoal;

2º em perigo de morte;

3º para comungar.

Não tem obrigação de se confessar aquele que está em graça de Deus e confessou todos os pecados mortais que lembra ter cometido.

Embora não haja obrigação, é contudo, costume geral e piedoso, confessar-se antes de comungar, quando já se tem passado um ou dois meses sem se confessar.

O sacramento da Penitência, além de perdoar os pecados, confere graças oportunas para evitá-los no futuro.

É muito conveniente confessar-se cada oito ou quinze dias, ou cada mês, de acordo com o conselho do confessor.

A confissão hebdomadária é de muita utilidade, é um meio eficacíssimo para corrigir os nossos defeitos.

Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
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3 respostas para Necessidade da Confissão

  1. El disse:

    Você não inventou este texto. Poderia nos fazer o favor de nos colocar a fonte?

    Estas instruções sobre a confissão me parecem do século passado ou de muito antes. Elas já não se aplicam à realidade da Igreja Católica hoje, onde a confissão é mais semelhante a uma terapia com o padre fazendo o papel de psicólogo, e pode ser individual ou comunitária.

  2. Caro El:
    Todos os tópicos doutrinários do blog que não possuem fonte provieram do mesmo livro que colocarei abaixo:

    Instrução religiosa: o cristianismo – seus dogmas, suas orações, seus mandamentos e sacramentos. 2ª Edição Brasileira, Livraria Salesiana Editora, largo Coração de Jesus – São Paulo, 1949.

    Porque 90% deste blog é uma transcrição que faço deste livro maravilhoso que tenho. Postando-o devagar, creio facilitar aos leitores a sua leitura, especialmente os que o acessam diariamente.

    Quando resolvo enriquecer mais algum determinado assunto, e para isso procuro outros livros que tenho, então geralmente coloco a fonte no mesmo tópico.

    Pois então: todas as vezes que você encontrar um tópico neste blog, e que seja de natureza doutrinária ou catequética, mas não tenha fonte, então saiba que se trata deste livro INSTRUÇÃO RELIGIOSA.

    Essas instruções, assim como tadas as instruções deste blog são o caminho seguro que a Igreja sempre estabeleceu para o benefício das almas. Se a maioria dos ambientes que se dizem católicos deixou de aplicá-las, se o pretexto de que “os tempos mudaram” foi utilizado para justificar o relaxamento ou a relativização dos costumes, então deixo isso a cargo da consciência de cada um. O que é verdadeiro, bom e precioso não está condicionado ao tempo. Não depende de passado, presente ou futuro. Se um padre manipula um Sacramento de Deus segundo a “onda” do momento, se ele transforma confessionários em divãs, terá que depois responder a Deus, que é o dono da Igreja, ao passo que o padre é um ministro que deveria zelar do Precioso Depósito ao invés de agir como se fosse o alfa e ômega de sua paróquia…

    • Ah, e antes que eu esqueça, a MAIORIA dos lugares pode ter se desfigurado, seduzidos que estavam pela sede de novidades. Mas não todos os lugares. Existem muitos ambientes católicos tradicionais no Brasil e no mundo, e estão em pleno crescimento. Eu mesmo faço parte de um destes ambientes, graças a Deus.

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