Juízos temerários

Julgar temerariamente é formar um conceito desfavorável ao próximo, ou atribuir-lhe intenções, sem fortes motivos.

Suspeita temerária é a inclinação de pensar mal do próximo; porém, julgando-o talvez, inocente.

Dúvida é a suspensão do juizo sobre a bondade ou maldade do próximo.

O juízo temerário plenamente advertido sobre cousa grave, é pecado mortal.

Não há pecado, se ao perceber que o juizo é temerário, procuramos afastá-lo.

A suspeita e a dúvida temerária em geral são apenas pecados veniais.

Devemos julgar bem do nosso próximo, sempre que nos for possível.

Julguemos aos outros, como desejaríamos ser julgados.

Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
Esse post foi publicado em Sem categoria e marcado . Guardar link permanente.

2 respostas para Juízos temerários

  1. jennifergama disse:

    Olá. Qual seu nome? Poderia me fazer a grande gentileza de informar as fontes das quais retirou o post? É que eu ultimamente tenho tido muitas dúvidas sobre este assunto, por isso lhe faço o pedido. E mais, uma pergunta: como saber se a matéria do juízo temerário é grave? Isto se refere apenas a segredos profissionais, ou mesmo fazer um mal juízo dentro de um ambiente acadêmico, por exemplo, de um colega ou professor, baseado em algumas suas atitudes, constitui também juízo temerário com matéria grave?
    Obrigada.

  2. Prezada Jennifer,
    Meu nome é Bruno Luís Santana.
    98% do que escrevo vem diretamente de livrinhos catequéticos que eram largamente utilizados no passado, quando era comum que se levasse às almas a luz do saber, afim de que as mesmas pudessem conhecer a Igreja, e conhecendo-a, amá-la.

    A bibliografia que utilizo para a quase totalidade dos posts é:
    Instrução Religiosa – O cristianismo (seus dogmas, suas orações, seus mandamentos e sacramentos). 2ª Edição Brasileira. Livraria Salesiana Editora, largo Coração de Jesus – São Paulo, 1949.

    O que você me pergunta já está escrito acima: a lógica cristã de se encarar a vida instrui-nos a tender sempre a nos esforçar para fazer o melhor juizo possível do próximo.

    Antes de proferir um julgamento sobre uma pessoa, a melhor coisa a fazer é examinar a própria consciência e constatar quantos defeitos, pecados e limitações nós temos. Depois disso, pode julgar o outro. Com certeza você não será implacável, pois basta que olhemos para nós mesmos, e de repente o defeito alheio não parece tão grave assim.

    Para saber o grau de culpa de um juizo temerário, preste atenção no grau de malícia que foi adotada. Coincidentemente, eu soube ontem que havia sido vítima de uma grave difamação, uma acusação totalmente desprovida de caridade, justiça e misericórdia. Disseram algo a meu respeito por simples desejo de me destruir moralmente, e eu ainda estou remoendo a questão várias vezes, para saber o que fazer, pois o escândalo foi grande.
    Por hora não tenho mais o q falar, mas voltarei assim que tiver tempo

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s