(Continuação) QUINTO MANDAMENTO

A Embriagez. Este vício tão detestável converte o homem num ser abjeto. transtorna-lhe a razão, tornando-o semelhante aos brutos;

encurta-lhe a vida;

arruina-lhe seus interesses;

expõe-no a cometer toda sorte de crimes;

destrói a paz da família;

produz uma infinidade de males.

Briga é a peleja sem premeditação.

 

Duelo é um combate com armas entre duas pessoas, que combinaram previamente o lugar, a hora, as armas e mais condições da luta.

O duelo feito por autoridade privada é sempre ilícito, mesmo entre militares.

O duelo feito pela autoridade pública pode ser lícito, nos mesmos casos em que é lícita a guerra. Os que se matam em duelo são mais assassinos e criminosos do que os que se matam em briga.

O duelo é uma ação injusta e bárbara, por isso, não pode servir de reparação à honra ultrajada.

Duelo em Lisboa, 1915. Sob as aparências de sofisticação, um ato típico de bárbaros que submetem a força bruta à razão

Há excomunhão não só para os que se batem em duelo, como também, para aqueles que voluntariamente tomam parte, como  médico,  testemunha e espectador e foram com intenção de assistir a ele.

Discussões violentas ou rixas. Originam-se, a maior parte das vezes, por cousas de nenhuma importância e acabam quasi sempre com insultos e brigas.

Nas discussões, deve-se defender a própria opinião sem arrogância e com caridade cristã.

Imprecação é praguejar contra si ou contra outrem.

Pecam gravemente:

1º Os que rogam pragas com má intenção.

2º Os pais ou superiores, que praguejam diante de seus inferiores, mesmo sem má intenção, por motivo de escândalo.

O desejar a morte a si mesmo, geralmente não é pecado mortal, porque deseja-a para não sofrer tanto; costuma ser uma falta de paciência.

Pode uma pessoa desejar a morte licitamente:

1º Para não ofender nunca mais a Deus.

2º Para poder ver a Deus e gozar as delícias infinitas do céu.

3º Para não sofrer as misérias desta vida, resignando-se, não obstante, à vontade de Deus.

Escândalo é uma palavra, um ato ou uma omissão culpável, que dá ao próximo ocasião de pecar. Quem comete pecado de escândalo rouba a Jesus Cristo as almas, que lhe custaram o sangue e a vida.

O divino Redentor disse: “Ai daquele que der escândalo! Melhor fora, para ele, que lhe houvessem amarrado, ao pescoço, uma pedra de moinho e o houvessem, assim, jogado ao fundo do mar“.

Quem causou mal ao próximo, corporal ou espiritualmente, deve, se puder, reparar os prejuízos.

O quinto mandamento nos manda perdoar aos nossos inimigos e querer bem a todos.

O perdão dos inimigos consiste em não querer-lhes mal e em dar-lhes os sinais comuns de amizade.

Jesus disse: “Perdoai e sereis perdoados; com a mesma medida com que medirdes, sereis medidos“. E deu-nos o exemplo do alto da cruz, perdoando aos que O escarneciam dizendo: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem!”.

Perdoemos generosamente, façamos bem aos que nos fazem mal, e assim alcançaremos a divina misericórdia.

Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
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2 respostas para (Continuação) QUINTO MANDAMENTO

  1. nossa! o cara da primeira foto deve ter tido uma dor no pescoço e coluna terríveis.

  2. O que a cachaça não faz com um indivíduo…

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