Ressurreição

Depois que o fogo tiver consumido tudo quanto havia na terra, ouvir-se-á no meio de um profundo silêncio a voz do anjo, como a de uma trombeta, a exclamar: “Levantai-vos, mortos, e vinde a juízo!

No fim do mundo, os bons irão para o céu e os maus para o inferno, com o corpo e com a alma.

Deus quer que o corpo acompanhe a alma no prêmio ou castigo eterno.

Na vida presente o corpo acompanha a alma na prática do bem ou do mal; é muito justo, que a acompanhe também no prêmio ou castigo da vida futura.

Agora os bons estão no céu e os maus no inferno somente com a alma.

A alma, embora esteja sem o corpo, goza da felicidade eterna no céu, ou sofre os tormentos horríveis no inferno.

A parte principal e mais nobre do homem é a alma; um corpo sem alma, nem sofre, nem goza.

Si o corpo sofre ou goza, é por causa da alma; digo melhor, é a alma, que sofre ou goza no corpo.

Jesus e Maria estão no céu em corpo e alma.

São José

Dormição da Mãe de Deus (o instante em que sua vida no céu iniciou-se sem passar pela morte).

É crença piedosa, que estão também S. José e os santos, que ressuscitaram, quando ressuscitou Jesus.

No fim do mundo, todos nós havemos de ressuscitar.

Para Deus não há nada impossível.

Todos, bons e maus, teremos o mesmo corpo que temos agora.

O corpo dos bons ressuscitará formosíssimo, o dos maus horribilíssimo.

Depois da ressurreição, os corpos dos bons e dos maus serão imortais, isto é, não poderão morrer jamais.

As qualidades dos corpos gloriosos são:

Impassibilidade: – não serão mais sujeitos à morte, nem às outras misérias da vida.

Claridade: – resplandecerão como o sol e as estrelas do firmamento.

Agilidade: – poderão transportar-se num instante, de um lugar para outro com o simples ato da vontade.

Subtileza: – poderão passar através de todos os outros corpos e nenhum obstáculo os poderá reter.

A ressurreição dos corpos dos bemaventurados, é um dos motivos pelo qual a Igreja trata com tanto respeito os corpos dos defuntos e proibe sua cremação.

A ressurreição da Carne, Luca Signorelli, século XVI

Sobre Bruno Luís Santana

Ego Catolicus Romanus sum.
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